Trocando os Pés (The Cobbler, 2014) – Critica do Filme

Trocando os Pés (The Cobbler, 2014) – Critica do Filme

Critica: Trocando os Pés é o tipo de filme que pode confundir o expectador desavisado, deixando entender que a trama fala sobre diversidade, quando na verdade é só mais uma vez Adam Sandler reforçando esteriótipos que é acostumado a fazer em suas obras. O longa conta a história de um sapateiro que descobre no porão de sua loja, uma antiga maquina de concertar sapatos que tem o poder de criar sapatos mágicos onde a pessoa que usa-lo, ganha a aparência e voz do dono do calçado.

Trocando os Pés

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Trocando os Pés

A ideia aparentemente é boa, mas as intenções do protagonista com a possibilidade de se tornar qualquer pessoa é vazio. O filme acompanha esse personagem vivido por Adam Sandler, que tem uma vida solitária e sem perspectiva. Como em todo filme de Sandler, o mundo é o vilão e ele esta sempre certo, aqui não é diferente, o personagem além de um tarado maniaco perseguidor, também utiliza-se de se tornar pessoas negras para realizar assaltos e entrar em um restaurante, comer e sair sem pagar; Além de usar travestis como forma de chacota e alivio cômico datado.

Trocando os Pés

Para não dizer que o filme é de todo ruim, existe uma única cena que vale a pena, onde o personagem de Adam Sandler realiza um pedido de sua mãe, mesmo que isso possivelmente tinha sido negativo para ela depois, ver a realização daquele sonho em pratica me lembrou muito o filme “A.I. Inteligência Artificial“, o que já valeu a pena.

Trocando os Pés

Existe uma revelação no final do filme que é um pouco interessante, não é muito surpreendente por que abre margem para alguns furos e situações que poderiam ser evitadas. O final é estranho, o personagem ganha um “presente” que acaba sendo um pouco anti ético, do que se tratando todas as possibilidades que poderia ser feitas com isso, o filme não se preocupa com isso e segue assim mesmo, como se fosse um presente exemplar e digno.

Trocando os Pés

‘Trocando os Pés’ é um filme que se vende como comedia mas apresenta Adam Sandler no seu mais alto estado de indiferença e sem nenhuma vontade de estar no filme. Humor datado, usando atributos físicos, orientação de gênero e raça para tentar tirar algum humor que hoje em dia não faz sentido algum existir. Talvez se o filme tentasse ser apenas dramático e esquecesse de tentar aliviar a tenção, poderia ter funcionado mais.