Escape Room 2: Tensão Máxima (2021) | Critica

Resenha Critica do filme Escape Room 2: Tensão Máxima (2021). Direção: Adam Robitel. Sinopse: Inadvertidamente, seis pessoas ficam trancadas numa sucessão de salas de fuga, lentamente descobrindo o que têm em comum para sobreviver… e descobrindo que todas elas já jogaram este jogo antes.

Escape Room 2 Critica

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Embora o primeiro filme de Escape Room não seja uma obra prima do cinema, ele entrega o que se propõe e até se esforça para entregar uma história que envolve de certa forma para seu público alvo. Já em sua sequencia, ‘Escape Room 2: Tensão Máxima‘, não acontece o mesmo, já que além de entregar salas em jogos pouco interessantes, ainda tropeça na própria história, forçando conveniências em beneficio da protagonista, mesmo que não exista justificativa para as coisas que acontecem, o que importa é apenas a sobrevivência dela a todo custo.

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Esse é o tipo de filme que se houver de fato uma entrega satisfatória entre as salas de jogos e um desenvolvimento minuto dos personagens, muita coisa pode ser perdoada, como diversos furos, mas infelizmente aqui não existe muito passo que possa ser passado, o roteiro desse filme se odeia e depois de um determinado momento, nada mais importa, e o espectador é obrigado a engolir tudo que acontece, por que sim e é isso.

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Os dois personagens que já são conhecidos do filme anterior, não possuem nenhuma evolução, pelo contrário, eles regridem e passam a repetir os mesmos erros do primeiro filme, como se não tivessem passado por isso antes. Sem falar no fato deles terem voltado ao jogo, que acontece da forma mais conveniente e absurda possivel, mas até ai, isso poderia ser relevado, se não fosse piorar muito depois.

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O que mais chama atenção nesse estilo de filme são as salas, que não estão no mesmo nível que o primeiro filme mas conseguem entregar uma dinâmica de equipe melhor, o que de fato ajuda na ideia de que em um Escape Room o trabalho em equipe é fundamental.

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Essa é uma sequencia que até tem uma boa introdução, consegue cativar pelas personagens de Indya Moore e Holland Roden, que roubam a cena e apagam completamente o protagonismo de Taylor Russell e Logan Miller, do primeiro filme, e que poderia facilmente seguir como as protagonistas da franquia se não fosse o roteiro conveniente.

Nota

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