Evidências do Amor (2024): Leia a critica do filme

Resenha critica do filme Evidências do amor (2024). Sinopse: Após a separação do casal, Marco Antônio encontra dificuldades para seguir em frente. Mesmo um ano após o término, as duras discussões do passado ressurgem a cada vez que ele ouve a famigerada música que um dia os uniu. Desesperado, Marco parte em uma grande aventura determinado a se livrar da maldição que essa canção trouxe para sua vida.

Critica do filme Evidências do Amor

A comédia romântica é um gênero de filme que costuma ser simples e eficaz. Basta ter uma história envolvente e um casal carismático. “Evidências do Amor” tem esses elementos, mas será que é realmente um bom filme?

O filme é baseado na música “Evidências” de Chitãozinho & Xororó e aborda diversos tipos de relacionamentos, como casais, amigos e família, explorando a popularidade da música e sua influência sobre o protagonista, interpretado por Fábio Porchat. Apesar de se tratar de um filme sobre viagem no tempo, essa temática não é realmente explorada, pois não há possibilidade de mudança na narrativa. O filme é mais como uma alegoria de uma sessão de terapia, mostrando diferentes fases e caminhos que vão da comédia ao drama.

A montagem do filme é bastante cuidadosa e exemplifica bem a influência da música “Evidências” em diferentes grupos sociais. Os efeitos visuais são excelentes, e o roteiro é bem simples fazendo com que o espectador se identifique com o personagem e compreenda seu dilema.

A participação de Sandy é encantadora, como era de se esperar. Sua personagem é complexa e há cenas que destacam muito bem sua atuação, especialmente no drama. Mesmo não sendo o destaque principal, ela é uma adição positiva ao filme.

No entanto, após um certo ponto, o filme se torna repetitivo e o roteiro parece se perder ao tentar concluir a história. O tom do filme se confunde e o espectador acaba se cansando, mesmo que grande parte da jornada tenha sido interessante.

Evidências do Amor” é uma comédia romântica cativante que faz uma alegoria sobre uma sessão de terapia utilizando a viagem no tempo como metáfora para as lembranças. É divertido, mas pode se tornar cansativo com o tempo.




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