Critica | AHS: 1984 – Episódio 1 (2019)

Critica AHS: 1984 – Episódio 1 (2019)

Critica AHS: 1984 Episódio 1 – Quando a série “Scream Queens” estreou eu pensei que tinha sido uma péssima ideia usar a temática de slasher em uma serie isolada em vez de usar em uma temporada de American Horror Story, na época achei que era uma ideia que tinha sido desperdiçada. Hoje, essa ideia foi resgatada e felizmente foi reutilizada em “1984“, e com esse primeiro episódio, já deu para sentir que não deve ser em vão.

AHS 1984

O primeiro episódio começa bem, apresentando o espetador a ambientação e o que devemos esperar da temporada, muito sangue e mortes violentas. As muitas referencias ao longo do episódio são tão gritantes que as vezes chega a parecer uma parodia dos clássicos do terror dos anos 80, e isso ficou excelente. O lance do sexo ser o fato que chama atenção para o serialkiller, a cabana, o atropelamento na estrada, a capa de chuva, os corpos mortos que desaparecem quando alguém avisa sobre ele, tudo isso é uma referencia bem clara aos clássicos da época, como: “Halloween“, “Eu Sei o que vocês fizeram no verão passado” e “Sexta-Feira 13“.

Critica | Segurança em Jogo (Bodyguard) – 2018

Critica | Predadores Assassinos (Crawl) – 2019

Critica | Brinquedo Assassino (2019) – Um ótimo remake

AHS 1984

Foi uma ótima jogada colocar Emma Roberts para viver uma personagem bem diferente do que estamos acostumados a ver, Brooke é a clássica protagonista sonsa que é a mais provável de morrer mas sempre escapa no final. Billie Lourd, como Montana, é quem tem o papel de ser a personagem mais forte, no começo pareceu estranho, até ela aparecer com um canivete e deixar claro o tom que a personagem tem.

AHS 1984

Essa temporada tem tudo para ser a mais diferente das anteriores, do que se tratando o tom que ela já começou apresentando, o trash e humor tragicômico são bem evidentes, e acredito que vão continuar assim até o final da temporada. O clima é total de anos 80, não parecer ser algo emulado, conseguiram realmente transpor a sensação de assistir um filme daquela época.

A trilha sonora é uma maravilha a parte, sempre entrando em momentos oportunos e bem oitentista, muito synthwave e clássicos como ‘Rockwell – Somebody’s Watching Me‘.