Creepypasta – Conheça as histórias mais assustadoras

Creepypasta Brasil – As histórias mais assustadoras de Sally, Hoodie, Ben, Candy Pop, Jeff the Killer, Zero, Masky, Clockwork. Creepypasta é um termo criado para definir as histórias de terror ou lendas urbanas que são divulgadas através da internet em fóruns e demais redes sociais de modo “viral”, espalhando-se rapidamente no universo online. A palavra é originária do inglês, sendo formada a partir da junção do termo “creepy”, que significa “arrepiante” ou “assustador”, com a expressão “copypaste”, que quer dizer “copiado e colado”, já que estas histórias são copiadas de fóruns e de outros sites para perturbar e assustar o leitor.

Creepypasta – Conheça as histórias mais assustadoras

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Confira as histórias  de Creepypasta mais assustadoras:

Sally Creepypasta, a suja

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O verão foi bom e quente naquele ano. O sol, como sempre, trouxe o calor de sua pele. As brisas leves que varriam o bairro faziam os dias não muito quentes ou frios. Era simplesmente o clima perfeito. Mas um verão Sally nunca vai esquecer. Sally era uma menina, de oito anos, com longos e encaracolados cabelos castanhos, olhos verdes e brilhantes. Ela foi sempre educada, ela nunca mentiu, e fez o que lhe foi dito. Sua mãe e seu pai simplesmente a adorava, não poderia pedir uma melhor filha. Sally riu enquanto brincava com seus amigos fora de sua casa. Vários jogos como, amarelinha e pique-pega e com sua boneca. A mãe de Sally sorriu calorosamente para a visão inocente e limpou as mãos no avental, chamando-a para dentro. “Sally Creepypasta! Vamos entrar agora, é hora do almoço!” Sally creepypasta olhou para sua boneca e sorriu. “Ok mamãe! “Sentou-se à mesa de jantar, Sally bateu levemente em seu assento, animada para quem sabe o que. Sua mãe colocou na mesa uma manteiga de amendoim e geleia, sanduíches com as beiradas cortadas. Alguns palitos de cenoura e aipo ao lado. “Obrigada mamãe”. “Você é bem-vinda, querida.” Como a criança começou a comer seu sanduíche, sua mãe se sentou em frente à menina e sorriu olhando ela comer. “Adivinhe! Seu tio Johnny está vindo.” Sally creepypasta olhou para cima e sorriu, os cantos de seus lábios tinha vestígios de manteiga de amendoim sobre eles.  “Mmg! Jommy Munle?” Ela repetiu a sua comida. Sua mãe riu e concordou.

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“Mhm. Ele está vindo para ajudar o pai com seu trabalho, e para cuidar de você também. Talvez todos nós possamos ir para o carnaval também!” Sally creepypasta mordeu o resto de seu sanduíche rapidamente e engoliu. “A Sarah e Jennie virão também?” Sua mãe olhou-se no pensamento. “Bem, isso é com a mãe e o pai deles. Mas se eles deixarem, com certeza!” Mais uma vez a criança riu e saltou na cadeira, agora ainda mais animada nas férias de verão. Ao longo dos próximos dias, o tio de Johnny dirigiu-se para a casa. Saindo de seu carro, o homem esticou os braços sobre a cabeça e soltou um suspiro cansado. “Tio Johnny!” Uma voz pequena piava, ganhando a atenção do homem. Sally creepypasta deixou cair a boneca que ela estava brincando e correu para o membro da família, abraçando-o.”Heyy Sal! Como tens passado?” Ele perguntou levantando a menina com facilidade, dando-lhe um abraço caloroso. A menina riu e olhou de volta para seus amigos, que estavam acenando em sua direção. “Eu tenho tocado com Sarah e Jennie. Vamos para dentro e dizer a mamãe que você está aqui!” “Parece uma ótima ideia.” Ele sorriu e caminhou para dentro da casa, chamando a mulher. “Marie! Estou aqui!” Ele chamou, seguido de Sally creepypasta imitando-o. “Mama! Ele está aqui!” A dona de casa saiu correndo da cozinha e sorriu ao ver Johnny. “Johnny, você chegou aqui são e salvo.” O homem colocou a menina no chão e deu-lhe um tapinha de fundo para mandá-la fora. E abraçou a mulher. “É claro que sim. Porque eu não iria vir aqui sã e salvo?” Ele riu, entrando na cozinha com a mulher. Sally creepypasta correu até a porta da frente. “Certifique-se de vir antes de escuro!” “Sim, senhora!” E fora a menina foi. Como o jantar se aproximava, o pai de Sally creepypasta chegou em casa, feliz de ver que seu irmão estava lá também. Andando com sua filha, ele caminhou até Johnny com um aperto de mão e um abraço. “É bom te ver homem, como tem passado?” Ele perguntou cruzando os braços, observando sua esposa pôr a mesa para o jantar. Johnny deu um encolher de ombros, brincando com os polegares. “Eu e Karen nos separamos.” “Ah, isso é terrível, me desculpe ..” Johnny balançou a cabeça com um sorriso. “Não, está tudo bem. Estou feliz, eu posso mover-me livremente sem ter alguém constantemente querendo saber onde estou e o que estou fazendo.”

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Os dois homens riram juntos, fazendo o seu caminho para a mesa para comer. “Mmm Marie, isso é maravilhoso.” “Obrigada, estou feliz que você tenha gostado.” “Mhm! É gostoso.” Os adultos sorriram e riram do louvor da criança. Prato após prato estava vazio, e Sally começou a bocejar outra vez, esfregando os olhos com as mãos. A mãe sorriu e gentilmente esfregou suas costas. “Parece que alguém está cansada. Hora de dormir!” Sally creepypasta assentiu e pulou seu assento, pegando seu prato e levando-o na pia. Sua mãe levantou-se para levá-la para a cama, mas parou quando John agarrou seu braço. “Vou levá-la para a cama.” Ele sorriu, ganhando um em troca. “Tudo bem, obrigada John.” O homem acenou com a cabeça, olhando a mulher fazer o seu caminho para limpar os pratos. Em seguida, olhou para ver seu irmão sair para o banheiro para lavar-se, e seguiu a jovem para o quarto dela. John sorriu e fechou a porta atrás dele, observando-a remexer sua cômoda pegando o pijama para vestir. “Você precisa de ajuda?” Ele perguntou, olhando a menina olhar para cima e acenar. “Ok, vamos ver o que você tem.” O homem ao lado dela começou a olhar através de seus vários pijamas. “Você tem alguns de morango. Aposto que você vai cheirar como eles em seus sonhos.”. Sally creepypasta riu e balançou a cabeça, indicando que não quer vestir o pijama de morango. Johnny concordou e colocou a camisa de volta, em seguida, tirou outra camisa com um unicórnio nele. “Que tal um presente? Aposto que você vai montar em um unicórnio aqui.” Mais uma vez a criança riu e balançou a cabeça negativamente. O homem soltou um bufo pequeno antes de colocar o pijama de volta. Em seguida, pegou uma camisola rosa claro regular. “Que tal isso? Ser capaz de se transformar em uma princesa com isso.” Sally creepypasta olhou e bateu palmas com entusiasmo e assentiu. Colocou o vestido em sua cama, ele estendeu a mão para ela e começou a desabotoar sua camisa. “Eu posso me vestir tio.” Ela disse com um sorriso, olhando inocentemente para as mãos em sua camisa. O homem sorriu e acenou com a cabeça, continuando a trabalhar seu caminho para baixo de sua camisa. “Eu aposto que você pode, mas você está cansada, e por que não ter alguma ajuda?” Ele perguntou, observando Sally creepypasta acenar algumas vezes. Uma vez recebendo a camisa desabotoada, ele colocou-o fora de seus ombros e deu-lhe um puxão na barriga, fazendo-a rir. Ele sorriu e tomou conta da orla de seu short e puxou para baixo. Finalmente, o homem agarrou sua camisola e empurrou a abertura sobre a cabeça, certificando-se de seus braços poderia passar as mangas. “Tudo pronto!” Ele disse feliz, vendo o sorriso menina de volta, rindo quando ela delimitada em cima de sua cama. Johnny levantou-se e pegou sua roupa, a porta se abriu e entrou mãe Sally creepypasta chegou. “Você está pronta para a cama?” Ela perguntou andando em volta da cama. Johnny olhou para cima e correu para o outro lado da cama. “Vou guardá-la, tudo bem?” Marie olhou para ele e sorriu balançando a cabeça. “Claro que não.” Ela olhou para a filha e inclinou-se, beijando a criança na testa. “Boa noite meu amor.” “Mama Boa noite.” Dando à menina uma massagem suave com o polegar na testa, a mulher levou as roupas Johnny tinha e fez o seu caminho para fora da sala. Johnny sorriu para a mãe e caminhou até o interruptor de luz, sacudindo-o. Ele fechou cuidadosamente a porta de seu quarto, e trancou-a. Lentamente, ele olhou por cima do ombro para Sally creepypasta. Johnny usava um sorriso, torto.A pós os próximos dias, Marie notou que Sally creepypasta não estava agindo normalmente. Ela não estava sorrindo tão brilhantemente como ela fazia ou falou com a mesma quantidade de felicidade. Marie tomou pegou na mão da criança antes de ela sair para jogar com seus amigos, e levou-a para o lado. Sally creepypasta olhou para a mãe com um olhar confuso. “Querida, você está se sentindo bem?” Ela perguntou, ajoelhando-se para estar na altura da criança. Sally creepypasta olhou para ela de braços cruzados, e, lentamente, começou a chorar. Sua mãe arregalou os olhos em confusão. “Sally?” “M-mãe … eu … eu não queria t-to …” A garota conseguiu dizer que soluços. “Não queria fazer o que querida?” “E- .. Eu não queria tocar … Eu não queria jogar seu jogo…” A criança olhou para a mãe e a abraçou apertado. “El- … Ele tocou m-me … A-e me fez to- toca-lo!” Marie franziu a testa e gentilmente começou a acariciar o cabelo da criança, confortando-a. Levemente até acalmá-la.”Shhh, está tudo bem. Mama está aqui agora.” Foi um pesadelo, isso é tudo. A menina teve um pesadelo assustador. “Tudo está bem agora, está bem? Não se preocupe com isso.”

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Ela observou Sally creepypasta olhar para ela, sua respiração picada, chorando, sorriu. “Tudo bem-mamãe ..” A mãe sorriu e beijou sua testa. “Agora vá lavar-se, não quero jogar com os seus amigos com uma cara suja”. Sally Creepypasta soltou uma risadinha de pequeno porte, e correu para o banheiro para lavar o rosto. Mais tarde naquele dia, Johnny e seu irmão voltaram para casa do trabalho. Frank suspirou, sorrindo quando viu Sally creepypasta acenando para ele. O pai acenou de volta, e fechou a porta do carro fazendo o seu caminho até a casa. Johnny olhou para Sally creepypasta e sorriu, acenando para ela. O sorriso da criança lentamente murcha, mostrando menos felicidade, mas acenou de volta também. Johnny também andou dentro da casa, e parou quando ouviu a conversa entre seu irmão e sua esposa. “Sally o que?” Frank perguntou. “Ela teve um pesadelo. Uma muito ruim. Ela disse ‘Ele tocou.” “Bem, quem diabos é ‘Ele’!?””Eu não sei, Frank … Mas, foi só um pesadelo. Eu só queria informar o que está acontecendo com ela e, por que ela estava agindo diferente. “Johnny franziu as sobrancelhas com raiva, os nós dos dedos ficando brancos. Depois, acalmou-se rapidamente, pensando rápido. Ele colocou um sorriso no rosto, e entrou na sala, fazendo parecer que ele só entrou na conversa deles e se levantou as sobrancelhas. “Opa .. eu interromper alguma coisa?” Ele perguntou, observando o casal abanado a cabeça. Johnny sorriu novamente e manuseou de volta na direção do carro. “Eu estou indo a loja, você precisa de alguma coisa Marie?” A mulher sorriu e olhou para a cozinha. “Sim, na verdade. Pode comprar alguns ovos, leite, pão e suco?” Johnny concordou prestes a sair, até que ele fez uma pausa.” Sally creepypasta quer ir também, só queria informá-lo.” Marie sorriu. Ele acenou com a cabeça novamente e fez o seu caminho para fora da casa. Chaves na mão. Olhando para Sally creepypasta com seus amigos, ele segurou a mão sobre sua boca. “Sally Creepypasta!” A criança olhou para ele e ficou olhando. “Vamos lá, vamos para a loja!” João fez o seu caminho até o carro, gesticulando para a menina a segui-lo. Sally creepypasta ficou lá por um momento, então colocou suas bonecas na grama. “Eu vou estar de volta, por favor olhem Lilly para mim.” Jennie e Sarah sorriram, continuando a jogar o seu jogo de bonecas sem ela. Sally creepypasta relutantemente fez seu caminho em torno do carro, subindo no banco de passageiros, e dobraram-se dentro “Será que mamãe quer que você vá até a loja?” Perguntou ela. Johnny concordou e colocou as chaves na ignição, ligando-a e saiu da garagem. “Sim, ela quer alguma comida para ela. Talvez eu possa conseguir algo também.” Ele sorriu, olhando para a criança. Sally creepypasta sorriu nervosamente e olhou para frente, observando a passagem pelo cenário. Assim que chegaram à estrada que leva até a loja, Sally creepypasta percebeu que ele não estava a abrandar para virar para o estacionamento. Ela franziu as sobrancelhas, confusa, e olhou para ele. “Tio Johnny, a loja é do outro lado” Ela disse apontando na direção da loja Whole Foods. Mas nada veio do homem. Ele só continuou dirigindo, um sorriso muito fraco no rosto. A criança sentou-se e olhou para além de o banco de trás, observando a loja ficar lentamente menor até que ele estava fora de vista. Percebendo que eles não estavam indo fazer compras, a criança observava o pequeno estacionamento no parque da comunidade perto da cidade. Ninguém vai ao parque aos domingos. Sally creepypasta se sentia nervosa, a respiração acelerada, observando o homem com os olhos arregalados. Johnny colocou o carro no parque e virou a ignição desligada, olhando para a criança. Raiva obviamente mostrando em suas características. “Você disse a sua mãe o que aconteceu, não é?” Ele perguntou, olhando a menina freneticamente sacudir a cabeça. “Você não está jogando o jogo certo, Sally Creepypasta.” Seu tom quase teve um ligeiro cantar para ele. O homem se aproximou e puxou a menina para ele, ignorando a luta que ela estava colocando seus apelos e choramingando. “Você disse que ia jogar o jogo comigo Sally creepypasta, você mentiu para mim.” Abrindo a porta do carro ao lado dele o homem saiu junto com a criança e jogou-a no chão, imobilizando-a rapidamente para baixo. Ignorando os gritos e contorcendo-se inutilmente. “Você tem que ser punida agora por quebrar as regras.” Ele disse em tom de canto ligeiro, e começou a desatar o cinto. “Um casal encontra o corpo de oito anos de idade de Sally Williams, no parque da comunidade. Na semana de longa busca pelo assassino agora está fechada. “Ele podia jurar que tinha fechado a porta antes de subir na cama. “Acho que eu esqueci…” Levantando-se do calor e conforto de sua cama, o adolescente fez seu caminho através do quarto e fechou a porta. Antes que ele pudesse subir de volta para suas cobertas, um barulho fora, no corredor, se levantou. Eram seus pais? Eles devem ter ido olha se ele estava sem sono ou algo assim.

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Assim que ele tem as pernas cobertas, o adolescente parou para ouvir um som fraco de… Choro? Porém, parecia de uma criança. Subindo, lentamente, ele levantou da cama mais uma vez, fez seu caminho até a porta e abriu-a. O choro parecia ser mais alto do lado de fora do seu quarto. Espiando a escuridão o adolescente se arrastou pelo corredor, seguindo os sons do choro. Uma vez que chegou ao final do corredor, a menina engasgou. Sentada no chão, em frente à janela, era uma menina, vendo o luar. Ela estava curvado, chorando. Como ela chegou em sua casa? Através da janela? Engolindo em seco, o adolescente falou. “Quem … Quem é você? Como você chegou na minha casa?” , Perguntou ele. De repente, o choro parou.

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A criança se moveu lentamente as mãos trêmulas longe de seu rosto, e olhou para trás, contraindo-se levemente. Sangue substituído lágrimas, manchando as mãos. Houve um coágulo profundo de sangue em sua cabeça e, o sangue vazando do ferimento no seu rosto e em seu vestido de noite sujo. Seus brilhantes olhos verdes pareciam que viam através de sua alma. “Esta é minha casa ….” A criança falou, sua voz rouca, soando como se estivesse lutando para falar. O corpo da menina contraiu e mexeu estranhamente como ela levantou-se a seus pés e se virou para o adolescente. Seus pés estavam sujos, como se ela estivesse correndo pela lama, arranhões cobriam os joelhos e pernas, e no final de seu vestido foi rasgado e esfarrapado. ‘Sally Creepypasta‘ O nome costurado na frente. Com a mão encharcada de sangue da menina sorriu, dentes manchados de sangue, enquanto falava. “Brinque comigo …”

Hoodie Creepypasta

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Hoodie Creepypasta é uma criatura que aparecem em estradas pouco antes de acidentes, como se estivessem sinalizando o fim.

Era tarde, eu estava voltando do meu trabalho exausta, estava muito escuro, e a estrada estava deserta, para descontrair um pouco coloquei minha musica favorita para tocar, foi quando eles vieram.

Quando eu encontrei o primeiro deles, eu estava um pouco nervosa, mas não com medo ou qualquer outra coisa. Ainda me lembro do primeiro que eu vi. Uma figura encapuzada, com o rosto completamente escondido. Ele estava parado em um desses pedaços de grama contido com concreto que você sempre encontrar em rodovias e tal. Ele estava segurando um cartaz que dizia “você está se aproximando “. Eu não achei nada muito terrível sobre isso. “Só mais um maluco”, eu disse a mim mesma. Mas isso estava longe de ser o fim de tudo.

Depois de um tempo, eu vi outra, segurando um cartaz idêntico. A única coisa diferente sobre ele era que seu capuz era um tom mais escuro de cinza. Eu apenas tentei ignorá-lo.

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Mas eles continuavam aparecendo, cada um com um capuz um pouco mais escuro. Eu estava um pouco assustada neste momento. Foi essa uma espécie de brincadeira de massa ou protesto?

Quando me aproximei do meu destino, eu estava feliz por estar quase saindo da rodovia. Havia apenas uma esquerda do túnel liberada, o outro lado estava bloqueado. Eu não tinha visto mais das figuras encapuzadas, então eu estava começando a me acalmar.

Quando me aproximei do túnel, eu vi um outro usando capuz sobre o remendo de grama ao lado do túnel. Este era diferente, no entanto. Seu capuz foi completamente preto. Mas a coisa mais surpreendente foi que ele tinha o capuz para baixo.

Ele era um homem normal na maior parte uma figura jovem. Ele tinha sujos cabelos loiros que pareciam um pouco embaraçados para cima. Seus olhos eram um tom de verde bastante impressionante. Ele parecia pálido moderadamente, mas nada fora do comum. A única coisa estranha sobre ele foram seus olhos, que estavam muito dilatados, como se ele estavesse drogado ou algo assim.

Seu cartaz também era diferente. Ele disse ‘Fim do Túnel “. Eu estava com um pouco de medo agora, mas eu consegui livrar-me desses sentimentos de superstição e atravessei o túnel. Eu realmente desejei que eu nunca tivesse atravessado.

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Eu dirigi por esse túnel para o que pareciam horas. O relógio do meu carro tinha parado, logo que entrei no túnel, e eu tive que desligar o meu rádio porque eu estava recebendo nada além de estática. Finalmente vi uma luz distante no fim do túnel. Eu dirigi mais rápido, esperando por um fim à loucura.

Quando eu estava enfim chegando no fim do túnel, pude avistar que a estrada estava bloqueada por barricadas, tentei diminuir a velocidade e enfim frear meu carro, mais meu carro começou a ir cada vez mas rápido, e os freios não respondiam, foi então que eu vi o ultimo encapuzado, e no cartaz estava escrito, “O fim” .

Candy Pop Creepypasta

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Era uma vez em um reino de gelo e neve; O império estava sob uma onda fria, era inverno naquele momento, a noite era jovem, quase tão bonita demais para ser chamada de noite. As estrelas brilhavam. Tão sereno, tão silencioso, quase como se tivessem sido silenciados e tudo o que resta eram seus brilhantes restos de gás e luz.

Uma menina de 6 anos de idade com cabelo castanho encaracolado chamado Alexa, podia sentir uma corrente de ar frio entrando por uma fenda na janela. O frio passou por ela como facas. A jovem princesa se sacudiu e pegou um pano da gaveta de sua cômoda de carvalho para correr rapidamente para colocar o lenço no pequeno entalhe.

A corrente do ar frio logo deixou de ir ao quarto e logo tudo aconteceu. A sala fria, a pedra e a madeira tornaram-se acolhedoras e seguras com o fogo que fez o lugar mais quente.

Seu quarto era seu próprio santuário, e não havia outro lugar que se sentisse mais em casa do que o quarto dele.

Alexa foi até a janela onde ela se sentou e olhou as estrelas novamente; já que pensava que todas aquelas luzes brilhantes eram anjos. A princesa saltou de alegria e se virou olhando para o quarto dela. Ele pegou uma de suas bonecas, dançou com ela, abraçou-a e continuou a dançar com a boneca até a exaustão. Ela caiu no chão de madeira e olhou para o teto enquanto ela abraçava sua boneca e depois tirou o vestido preto e verde.

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No verde, você podia ver as estampas florais enquanto a cor preta cobria o pescoço e as luvas. Estava embutida em uma textura preta e sedosa, onde o peito é uma pequena flor rosa.

Alexa olhou para o relógio, e em pé, e mais uma vez caiu para trás em sua cama fazendo seus pequenos pés tocam o chão de carvalho, enquanto observa o pêndulo do relógio balançando para a esquerda e para a direita causando sons correndo. Ela o observou como se estivesse atraída por ele e fizesse sons com a língua imitando o som do relógio.

A voz da mãe de Alexa vem pelas paredes do castelo, fazendo com que a garotinha saia pela porta excitada pelo retorno de sua mãe, que estava de viagem para a Inglaterra.

A princesa saltou para cima e para baixo por causa do grande entusiasmo que ela teve para ver as maravilhas que sua mãe trouxe para compartilhar com ela.

A rainha apenas sorriu docemente para a filha, que estava usando seus lindos cabelos loiros amarrados em um coque. Sua mãe arrastou os longos cabelos que chegaram ao fundo do vestido, deixando brilho que logo derreteu em seu rastro.

Alexa riu docemente. Ela esperou que sua mãe a visse assim que os criados colocassem todos os seus pertences em seus respectivos lugares.

A rainha sentou-se na cadeira de salgueiro e pegou seus óculos de ouro enquanto Alexa estava sentada em seu colo para que ambos observassem a perca de neve na janela

O ar destilou silenciosamente. Os corredores ecoaram e rangiram dos sons dentro do castelo, agora velhos.

Alexa olhou para a mãe dela, não podia conter sua excitação em ficar com a mãe novamente.

– Mãe? – Alexa murmurou.

Apenas uma palavra de Alexa foi suficiente para obter toda a atenção da rainha.

A rainha olhou para Alexa e manteve os olhos escondidos atrás de um véu preto, acariciando a face corada de Alexa.

A menina ofegou sentindo as mãos frias de sua mãe. Ele sentiu que algo mudou dentro de sua mãe, mas, talvez, foi a passagem do tempo que fez um “mudar” o sentimento. Alexa não prestou atenção ao seu próprio pensamento; Ele suspirou lentamente e moveu os olhos para baixo e então olhou mais uma vez para sua mãe. Ele puxou a luva da rainha novamente para obter toda a atenção.

A rainha olhou mais uma vez para Alexa e inclinou a cabeça. Ele sabia o que sua filha poderia querer dela.

Alexa engoliu em seco e reuniu coragem suficiente para falar com um ligeiro tremor em sua doce voz.

– Mãe, você pode me contar a história novamente?

A rainha sorriu e assentiu, com a pergunta da menina.

Alexa sentou-se no chão e se acomodou, esperando para ouvir a história de sua mãe.

A rainha sentou-se na cadeira e suspirou profundamente do ar frio e começou a contar a história para a jovem princesa.

– Há muito tempo, quando o homem era jovem e o dragão já estava velho; As pessoas viveram em paz porque banharam o calor da luz. Todos amamos a luz de nossos protetores divinos, mas logo as pessoas começaram a lutar por ele. Eles queriam que a luz fosse de si mesma, fazendo com que a escuridão nascesse no coração do homem. A propagação da escuridão engoliu a luz e os corações das pessoas fazendo desaparecer o mundo. Mas para os nossos protetores, essa bênção se tornou uma … maldição!

A Rainha gritou junto com um começo de trovão fazendo Alexa pular. Mas só a risada de sua mãe fez Alexa se acalmar um pouco.

– Mãe, isso não foi engraçado! Essa história é aterrorizante! – Alexa proclamou, ainda com choque.

Ela estava bastante brava com a mãe por sua pequena brincadeira.

– Não queria te assustar, minha doce flor de cerejeira. Eu apenas tentei animar aquele rosto triste e triste – disse a rainha enquanto as faces cor-de-rosa de Alexa ficavam coradas.

A pequena princesa respirou fundo e também riu.

– Mãe, essa história é verdadeira?

– Não, querido, claro que não. Minha mãe me disse quando eu tinha a sua idade – Ela riu – Lembre-se de que tudo é um conto de fadas, que eles não são reais.

Alexa notou a ligeira mudança em sua mãe: ela nunca tentou assustar nenhum de seus filhos, o que desconcertou Alexa.

A pequena herdeira se perguntou onde seu pai estava e como ele estava fazendo. Mas ela tomou a idéia de que talvez seu pai ainda estivesse no negócio deixando sua mãe em casa para cuidar dela e de seu irmão mais velho, Alexander.

O eco do relógio antigo ecoou. O som deixou um relatório arrepiante da história que a rainha havia dito a sua filha, Alexa.

Alexa voltou para seus quartos encontrando seu irmão de 11 anos na estrada.

Alexander era um menino alegre com uma incrível sensação de justiça, embora o jovem príncipe tivesse suas palhaças com sua pequena irmã.

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Alexa viu seu irmão tocar cavaleiros e dragões com suas bonecas. Especialmente com uma das bonecas, a mais amada por Alexa, uma boneca com um sorriso doce no rosto de palhaço.

Alexander olhou para a boneca listrada em preto e branco, jogando-a de lado e encolhendo os ombros quando ele riu para si mesmo.

– Os palhaços não são minhas coisas – disse Alexander.

A jovem princesa agarrou sua boneca até chegar ao quarto dela para jogá-la de lado e rapidamente colocou sua camisola.

A queda da neve caiu suavemente sem cessar, deixando todo o reino com medo do poder que cobriu os prados e as casas das pessoas abaixo.

Alexa logo caiu profundamente em um sonho, em seus bons sonhos.

(…)

Na manhã seguinte, Alexa e seu irmão estavam caminhando pelas ruas da grande cidade com sua mãe.

As crianças riram e pularam de excitação. Era o dia de “La Fiesta De Los Locos”, e todos estavam vestidos para a ocasião. Havia jugulars, comedores de fogo e raridades de diferentes naturezas; todos se reuniram em um lugar onde os artistas viriam a divertir as pessoas com suas travessuras.

Alexa olhou em volta e riu do entusiasmo. A jovem princesa levou sua mãe de um lugar para outro mostrando tudo o que tinha que ver. Mas sua mãe não se importou em ver o que sua filha lhe mostrou, é como se estivesse procurando algo que a intrigasse mais do que o próprio festival.

A rainha parou e se virou para dar um sorriso a seus dois filhos. O olhar da rainha

Ele caiu sobre um velho manto de circo; que estava esfarrapado, brilhante, azul e roxo.

As bandeiras tinham sorrisos e flâmulas azul e roxas coloridas balançando de um lado para o outro na brisa. A rainha empurrou seus filhos para a abertura da barraca e apenas sorriu para ambos os filhos.

Alexa olhou para a mãe e sentiu um ligeiro desconforto que veio do próprio circo, mas se a mãe dissesse que estava bem, então certamente estava bem entrar; enquanto Alexa pensava, Alexander agarrou a mão de sua irmã dificilmente às outras crianças que entraram no circo.

No interior havia espelhos que refletiam as crianças para frente e para trás, em alguns prismas de cores. Seus rostos refletidos nos espelhos e projetados nas paredes. As lanternas rangiam de um lado para o outro com suas luzes levemente brilhantes, ameaçando sair a qualquer momento.

Alexander sentiu um ligeiro arrepio pela espinha dorsal. Um leve sopro de ar escovou seu pescoço, fazendo com que seus cabelos se derrubassem até as extremidades enquanto os outros filhos tremiam, mas ainda com vontade de seguir em frente.

Pode ser, no final, um labirinto de reflexões e ilusões.

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Alexa andou com o irmão e, em alguns minutos, chegou à abertura do final do labirinto de espelhos.

No final do túnel encontraram um lindo presente de púrpura e azul. O presente tinha na parte superior um arco de prata e ouro.

As crianças riram de alegria quando correram para a caixa e os dois irmãos sorriram um para o outro. A emoção inchou dentro de todas as crianças fazendo Alexa e Alexander, sincronizadas, agarraram as extremidades da fita. Ele agarrou o lado dourado e ela pegou o fim da prata. As crianças saíram e desenrolaram a fita de prata e ouro.

A tampa do presente abriu e, instantaneamente, confetes de muitas cores dispararam, assim como a fumaça de rosa e azul entrelaçaram-se. No canto da sala estava um velho piano empoeirado que permaneceu inativo. A fumaça rosa e azul cheia de estrelas brilhantes, como se fosse a própria magia. Era como se o antigo lugar começasse a ganhar vida mais uma vez. As velas foram iluminadas em uma variedade de cores, o velho piano começou a tocar por conta própria, enquanto uma melodia alegre e cativante saiu dos tubos antigos do antigo órgão. Duas vozes em eco são ouvidas a distância.

Alexa abraçou seu irmão forte e Alexander fez o mesmo. As crianças tremiam sem saber o que tinham feito.

A fumaça girou, torcendo em formas e formas até estourar, deixando duas caixas mágicas em seu rastro. As caixas abriram e uma mão frágil foi mostrada saindo da caixa rosa, como era outra mão de um homem que emergia da caixa azul.

As crianças se separaram para assistir, então, gritavam pela rajada de vento que voava em caixas abertas, fazendo com que dois seres saíssem pulando e girando.

Os seres riram e pularam na ponta do topo da bola enquanto se aproximavam. Suas costas se enfrentavam enquanto seguravam as mãos e olhavam para as crianças.

O bufão da mulher olhou para as crianças com seus profundos olhos magenta que brilhavam na escuridão, bem como as pulseiras em seus pulsos, tornozelos e cabelos. Ele usava o cabelo em tranças de água-marinha, que tinham sinos dourados nas extremidades e se projetavam como espinhos de um porco-espinho. Sua saia era toda preta, mas ela usava um padrão de poka com um ponto rosa sobre ele, já que seu top estava preto com listras cor-de-rosa. Sua coroa de pescoço rosa em seu pescoço brilhava como aqua neon, como o macho.

O bufão masculino também usa as pulseiras em seus cabelos que pareciam um chapéu de seu tipo. Seu cabelo consistia em três colchas de cavalo, que era uma cor de néon azul profundo que brilhava na escuridão, juntamente com o resto de suas roupas. Suas roupas apertadas pareciam ser sua pele; Ele usava uma camisola de mangas compridas, com mangas compridas, que cortava os ombros, e a seguiam com uma longa manga prateada de púrpura que terminava com a mão enluvada. Seu tronco inferior tinha duas fitas individuais que pendiam nas extremidades com dois sinos de prata.

O xerife masculino sorriu para as crianças, que tremiam e vibraram enquanto ele pulava da bola.

Os dois jesters caminharam em direção às crianças e dançaram ao redor deles dando truques de preformação e magia para o seu deleite eterno. Os sinos nos sapatos de dois seres tilintaram fazendo sons deliciosos onde quer que fossem.

Alexa riu e riu enquanto Alexander bateu as mãos com espanto.

Os jesters se curvaram e falaram ao mesmo tempo e ao ritmo da melodia.

– Servimos a rainha nas alturas de nossa lealdade inquestionável e inquestionável é nossa lealdade até o dia em que vem. Vamos esperar o momento certo, gravado em um cabo espiral. Conectado para sempre e sempre, eternamente e sempre conectado. Nossos destinos entrelaçados, nossa coincidência.

Ambos sorriram quando se ajoelharam em direção ao pequeno principe e a princesa ficando em silêncio.

Alexa abraçou seu irmão e olhou para os dois bufões enquanto as outras crianças não pararam de rir.

– Quem é você? – perguntou a princesinha enquanto ela tremia e olhava para os bufões.

O xerife masculino sorriu amplamente com um fundo brilhante e brilhante nos olhos dele.

Os jesus gêmeos riram e falaram ambos de uma só vez com um tom ridículo.

– Se fôssemos um, agora dois. Uma ou duas metades, é a mesma; o mesmo é … somos dois!

Os jesters riram e olharam para as crianças.

O bufão azul esmagou as mãos revelando uma flor para Alexa, e então dá a seu irmão um soldado de brinquedo.

Alexander pegou o brinquedo, puxou a corrente do soldado e colocou no chão assistindo a caminhada do brinquedo. Alexa pegou lentamente a flor do bufão azul e permaneceu em silêncio. O pequeno príncipe só podia sorrir e ver como sua irmã sorriu da mesma maneira para ver as crianças felizes com seus presentes. Alexander olhou para as bruxas, sorriu para ambos rir e bater palmas, enquanto eles faziam truques para as crianças.

– Minha mãe! É simplesmente maravilhoso! Por favor, diga seus nomes! – exclamou Alexandre alegremente.

Ambos jesters riram e viraram as crianças, rindo enquanto pulam em um trapézio e se balançam no ar. O bufão masculino aterrou primeiro perfeitamente e depois pegou sua irmã, o bufão cor-de-rosa, estendeu os braços e os confetes explodiram das piñatas ao mesmo tempo.

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Duas bandeiras em prata e ouro se prostraram e revelaram seus nomes dos dois bufões.

O jovem príncipe riu e ofegou com grande prazer, prestes a gritar os nomes que sua boca estava coberta pela mão do bufão de rosa.

– Silêncio, amor, silêncio – sussurrou o bufão rosa.

Quando as crianças ficaram em silêncio, cada criança recebeu uma caixa de música.

Alexander estava prestes a abri-lo, mas o bufão azul o deteve, ergueu lentamente a cabeça para olhar para ele e piscar repetidamente.

O bufão azul deu instruções sobre como usar a caixa, como ver todo o seu esplendor e as maravilhas que ela contém dentro.

– Ficamos presos há muito tempo, estamos cansados ​​de estar aqui. Pego, não podemos deixar nossa prisão eterna, mas vocês dois … – O xerim azul apontou para os pequenos príncipes – Vocês dois podem nos ajudar, seus amigos. Se você nos ajudar, estaremos à sua disposição.

Alexander viu os rostos tristes de ambos os jesters, ele só podia chorar por eles até ele assentiu e sorriu de alegria.

– Eu vou te ajudar! – exclamou o príncipe com entusiasmo – Não! Minha irmã e eu iremos ajudá-lo! – Ele pegou Alexa e sorriu.

Ela balançou a cabeça sem fôlego e ficou em silêncio.

O bobo azul se ajoelhou, acariciou a caixa de música, riu com tanta alegria, olhou nos olhos de Alexander e disse as regras sobre o uso da caixa.

– Ambos são muito gentis para nos ajudar. Somente o puro coração pode usar esta caixa. Uma vez que eles vão brincar conosco para sempre e, finalmente, estar livres da antiga maldição que nos liga aqui. Tudo o que você precisa fazer é dizer esta pequena rima. Você deve dizer bem e lembre-se disso. Se você não fizer isso, ficaremos aqui para sempre, nunca mais veremos a luz do dia e nunca poderemos jogar com ambos. Queremos que alguém seja seu amigo, por favor, quer ser nosso amigo?

O xerife azul sorriu como fez sua irmã. Ambos buhos abraçaram os príncipes, mas não desapareceram sem deixar duas cartas para trás.

Um cartão era azul e o outro rosa, ambos tinham imagens de dois tipos diferentes de doces aludindo aos nomes dos bufões.

Suas vozes eram sussurros ecoando quando deixaram uma mensagem arrepiante.

– E lembre-se, para compartilhar …

As vozes deixaram Alexa tremendo e gemendo enquanto olhava para a caixa.

Alexander rapidamente pegou as cartas e colocou-as no bolso. A menina, tão curiosa quanto o irmão, queria ver a pintura, mas apenas ganhou uma bofetada do pequeno principe. Alexa tocou sua bochecha com a mão pequena enquanto olhava seu irmão com uma careta e gemeu com dor. Ele olhou para a irmã e balançou a cabeça.

– Isto não é para você. Você pode quebrá-lo e, além disso, por que você deixaria ser usado por um bebê como você?

Alexa franziu a testa e saltou para cima e para baixo tentando pegar a caixa de música fazendo um empurrão de seu irmão fazendo com que ele se afastasse dele enquanto ela franziu a testa e olhava para ele.

– Ok, fique com sua caixa de música tola! Eu não quero de qualquer maneira!

Alexa cruzou os braços e ficou em silêncio, mas, ainda assim, não conseguia ter esse sentimento de curiosidade sobre o que poderia acontecer se ela abriu a caixa.

Dias depois, depois do que aconteceu no festival, todas as noites Alexa podia ouvir a risada do quarto de Alexandre e a curiosidade ainda estava na cabeça.

Era uma pequena caixa de música tola de dois bufões. O que eles lhe deram para se divertir muito? Como ele poderia? Alexa teve que descobrir. No entanto, desde aquele dia no festival, seu irmão começou a ir longe. Ele estava sempre trancado em seu quarto isoladamente, mas ele nunca parou de rir. Alexa começou a se preocupar cada vez mais com seu irmão.

Uma noite fria e escura; A princesa teve a coragem de ir ao quarto de Alexander, seu irmão.

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A jovem princesa rapidamente deslizou os pés nos chinelos e depois pegou uma lanterna para ver tudo claramente no processo. Alexa abriu lentamente a porta de seu quarto e de ponta dos pés até o final do corredor, onde seu irmão estava dentro do isolamento. Ele virou o botão na porta de carvalho pesado para a sala de Alexandre enquanto rangia lentamente. Ela olhou para dentro do quarto para ver seu irmão lá. A princesa entrou no quarto, vendo as coisas do irmão no chão.

As luzes acendiam-se e desligaram no quarto de Alexandre e atrás dele as luzes revelavam todo o sangue nas paredes, enquanto a famosa caixa de música descansava no mesmo canto da sala.

Rapidamente, Alexa se ajoelhou colocando a lanterna ao lado dela e tirando a amada caixa de música de seu irmão. Ele olhou para a caixa de música, que estava fechada. Olhando ao redor, ele encontrou uma chave brilhante no chão com os redemoinhos e as gemas gravadas na chave. A princesa olhou para a fechadura da caixa de música e inseriu a chave na caixa de música e girou lentamente a chave.

A caixa de música abriu instantaneamente fazendo com que duas figuras de buffons de dança saíssem. Alexa lentamente puxou a chave que estava por trás da caixa de música, fazendo com que os pequenos sinos que entravam na caixa de música pareciam distorcidos.

A caixa de música começou a tocar lentamente uma melodia perturbadora e doce. A melodia era que sua mãe cantava com ela todas as noites para dormir.

A jovem princesa seguiu a música lentamente e gentil durante a noite, enquanto a música tocava devagar.

– Venha, crianças pequenas! Nós estamos indo para uma terra de charme. Venha, crianças pequenas! Os tempos são para jogar, aqui no meu jardim das sombras … – A música parou.

Alexa olhou para a caixa de música, colocou a caixa no chão enquanto olhava para baixo e pegava a lanterna pelo chão. Ele se virou e viu que ele podia ver o corpo de seu irmão deitado no telhado. Seu corpo torceu e preso ao teto quebrado. Ela gritou, e de repente, o corpo de seu irmão estava em chamas. Ele ofegou e recuou quando ele saiu logo atrás.

Os corredores rapidamente se encheram de fumaça quando Alexa chamou sua mãe gritando alto.

Suas lágrimas escorreram por suas bochechas enquanto ela ofegava fortemente e gemeu com dor enquanto corria freneticamente para o quarto de sua mãe.

A luz do fogo iluminou a sala, tudo em um brilho assustador e quente, de modo que, em poucos segundos, Alexa encontraria sua mãe.

Ele agarrou sua mão e a sacudiu incontrolavelmente. Gritos e gritos de Alexa foram ouvidos através dos corredores do grande castelo para a princesa chamar a atenção de sua mãe.

– Mãe, mãe! Por favor! Por favor, mãe! Você tem que acordar, há fogo e sangue! Algo está mal! Alexander! Mãe, por favor! Por favor! Eu tenho …!

Alexa foi interrompida pelo estranho riso de sua mãe, que pára abruptamente quando a rainha ficou olhando sua filha com os olhos brilhando com uma leve luz roxa. A menina ofegou balançando a cabeça, deu um passo atrás, mas encontrou algo grande atrás dela. Ele se virou e viu seu pai abraçá-lo profundamente pensando que ele finalmente chegou em casa de sua viagem.

O rei abraçou sua filha com força e acariciou a cabeça lentamente, depois suas costas pequenas, enquanto Alexa lembrou tudo o que havia acontecido há alguns minutos fazendo a garotinha começar a dizer o que aconteceu com o irmão e que eles tinham que sair agora , antes que algo mais acontecesse. O rei riu e consolou sua filha pequena.

– Não, meu pequeno fofo. Não há nada errado. Sim, nada … ruim.

O rei começa a agarrar Alexa com força, fazendo com que ela grite com dor.

A princesa bateu o pai o melhor que pôde e empurrou-o com as mãos para se afastar dele. Ele olha para o pai pela última vez e ele se levanta sorrindo como se nada tivesse acontecido. Alexa recuou enquanto observava seu pai se debruçar de braços abertos com um sorriso que não desapareceu do rosto.

– Você não vai dar um abraço ao seu pai, pequeno bolo?

Alexa recusou, sem saber que estes não eram seus pais. A princesa correu pela porta enquanto gritava e chorava, esperando que ninguém pudesse ouvir seus gritos.

O riso semico ecoou pelos corredores do grande castelo do rei e da rainha.

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O coração de Alexa estava batendo cada vez mais. Ele entrou em pânico e gritou com a esperança de encontrar um esconderijo. Alexa tentou abrir todas as portas, mas todos estavam fechados até que finalmente encontrou um armário onde poderia esconder; Assim que se escondeu, o cheiro de decomposição estava presente. A menina olhou para trás lentamente para olhar os corpos de seus pais, que fedia de todas as semanas de decadência. Alexa rapidamente saiu do armário, mas, instantaneamente, algo a levou pelas costas e cobriu sua boca instantaneamente. A princesa ouviu um sussurro em seu ouvido fazendo com que estremeciam e suas lágrimas nas suas bochechas.

Uma sensação viscosa deslizou pelo pescoço enquanto gritava com o desgosto que sentia, chorando e imobilizando.

Alexa implorou e chorou para pedir ajuda esperando que alguém que venha ajudar, mas tudo em vão.

– Por favor, deixe-me ir! Quem és tu?! O que …?!

A voz de Alexa é cortada por uma mão em luva, sacudindo os olhos e tremendo dos murmúrios que vieram atrás dela.

A voz masculina carregava tanta sede de sangue no que fazia Alexa gritar. A voz do homem soltou todos os grandes planos homicidas que este homem cometeu enquanto as risadas de uma mulher eram ouvidas pelo corredor como se fosse o mesmo vento rindo e enchendo cada parte do lugar.

Alexa fechou os olhos balançando a cabeça com o profundo desejo de querer sair desse lugar. Mas não havia como fazê-lo, não há como voltar.

O tempo acabava por ela, e a princesa sabia que era o ponto final de sua história.

O macho agarrou a pele difícil de Alexa e rasgou seu vestido enquanto sorria com os dentes abrasivos como facas afiadas que logo morreriam na próxima vítima. A mulher pegou a lanterna de Alexa e ligou-a no rosto da pequena princesa.

Alexa balançou a cabeça pensando que os abotoaduras eram seus amigos, mas ela estava errada, ela estava errada em tudo. Ela sabia disso, naquele momento, no circo que algo estava errado. A princesa ofegou e gemeu enquanto olhava para o bufão rosa coberto pelo sangue de seu próprio irmão.

O riso podia ser ouvido em seu quarto, algo que Alexa tinha mantido tão integrado por dias. Alexander riu de todas as brincadeiras que haviam feito. Os jesters se juntaram em um cabo espiral; uma vez que eram um, mas foram considerados nos olhos de Alexa como duas, duas manifestações que jogavam e sacrificavam em um alegre uníssono.

Ela não podia aceitá-lo. A princesa olhou para o feiticeiro rosa feminino que adorava as cores de néon. Alexa rapidamente viu sua boneca monocromática com listras pretas e brancas no chão, que ela tinha jogado fora por semanas. Ele rapidamente agarrou o pulso e, pelo seu design distintivo do nariz, ele o usou para esfaquear o bufão masculino como se fossem punhais no olho.

Ambos bufões gritaram de dor e gritaram de raiva profunda, tornaram-se misturados e azuis de antes e combinados em um gás roxo de brilho e confete. As luvas dos bufões foram destruídas, pois suas mãos se tornaram garras. Seus rostos foram rasgados em ambos os lados, mostrando seus dentes afiados, que pingaram o sangue e a carne de Alexander.

O limite do inferno logo cobra sua fúria a Alexa.

Alexa correu e gritou correndo em direção ao fogo que queimava com tanta força. Rapidamente Alexa correu para o quarto de seu irmão e procurou a caixa de música que continha os bufões gêmeos, que, agora, eram combinados em um inferno como uma criatura. Alexa estava ofegante enquanto buscava a caixa sem sucesso.

– Onde está!? Onde está?!

Alexa não conseguiu pensar com clareza, seu coração estava batendo, mas sentiu que ela parou no momento em que ouviu um rangido da madeira e a queda da primeira torre do castelo.

O fogo já alcançou o pico da base da torre, tanto abaixo quanto no próprio telhado. Carvões de madeira estalaram, fazendo o som se espalhar dos grandes corredores para a sala dos pais de Alexa.

Alexa ouviu um grunhido profundo dos bufões gêmeos, enquanto ouvia vozes combinadas por trás dela. Ele rapidamente se virou e viu o inferno Neonic coçando as paredes e arrastando o telhado como uma aranha em busca de sua presa. Alexa não suportou e gritou, fazendo com que os gêmeos levassem sua atenção para ela. A jovem herdeira recuou e gritou quando viu a besta com a boca aberta quando envolveu sua língua longa em torno de sua perna esquerda. Alexa gritou e gritou horrorizado na maioria das vezes, rapidamente olhou em volta desesperadamente, agarrou uma prancha e jogou-a nos olhos do animal.

O bufão fundido gritou e recuou, batendo a cabeça no chão. O Gemini começou a falhar várias vezes, e naquele instante, ele se separa nos gêmeos. Ambos os gémeos riam imediatamente. O bufão azul logo apareceu e cambaleou de um lado para o outro e depois se levantou rapidamente quando viu sua irmã sorrindo apenas olhando para ele e acenando com a cabeça em silêncio. O xerapé azul ofegou, virou lentamente a cabeça para Alexa e olhou para ela. Ele atinge a madeira fazendo com que ele cai metros de distância dele.

Alexa é pego pelo pescoço e se levantou em direção às chamas ardentes enquanto gritava pedindo para ser libertado.

– Por favor por favor! Pare! – Alexa gritou chutando.

Eles não queriam saber nada sobre ela e eles atiravam no chão com um martelo de muitas cores.

Alexa sentiu como o impulso do carregador esmagou suas costelas e quebrou o processo, sentiu como a temperatura crescia e as chamas eram mais violentas com cada minuto que passou. Eu ainda podia ouvir o toque do relógio; o tempo estava acabando. A princesa gritou quando viu a frente do malho gigante com um rosto sorridente descendo sobre ele. A garota ofegou e pegou a cinza quente para jogar no rosto do bufão fazendo-o gritar.

As janelas estão quebradas e a terra treme de um só golpe, os incêndios param e as janelas, o que foi uma vez uma pausa para a neve, quebrou.

Alexa recuou e escorregou enquanto olhava para o furioso bufão.

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O bobo de cabelos azuis ofegou olhando Alexa através de um olho, já que metade de seu rosto tinha sido queimado. Ele só podia sorrir, ele estava balançando para frente e para trás, e ele estava andando em direção a Alexa coçando as paredes, empurrando-os contra ele. Ele se aproximou da orelha de Alexa e sussurrou profundamente em uma voz gutural.

– Você acredita em contos de fadas agora, querido?

Alexa ofegou quando a criatura imitou a voz de sua mãe.

Todo esse tempo, sua mãe, a quem ele amou tanto, já estava morta há muito tempo. Os corpos queimados que pendiam no armário, em que se escondia, eram os de seus pais.

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Alexa balançou a cabeça e gritou tentando empurrar o bufão azul e roxo enquanto sentia uma dor aguda no peito e gritou de terror.

A garra do bufão em sua pele rasga a garota como um pedaço de visão.

A herdeira começa a desaparecer até que ela cai no chão e vê apenas uma imagem borrada do xerim azul olhando para baixo sorrindo, rindo, zombando dela.

O bufão pegou a caixa de música nos entulhos e virou a chave e colocou a caixa no chão, deixando-a aberta para que Alexa pudesse ouvir a melodia distorcida no ar tolo. Ele só podia rir e se afastar do branco, ele cobriu campos de neve e gelo apenas para olhar para trás, onde Alexa deveria dizer suas últimas palavras.

Arthur Aguiar Pelado

Camila Queiroz nua

Isis Valverde Nua

Iza Nua

Mc Mirella Nua

Ben Creepypasta

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Jadusable conta que ganhou um Nintendo 64 de um amigo e saiu pela vizinhança em busca de cartuchos para o console. Ele encontrou alguns à venda em bazares de quintal, até que encontrou um senhor de aparência estranha com uma mesa cheia de coisas à venda, que lhe ofereceu de graça um cartucho sem rótulo, apenas escrito “Majora” com caneta. O velhote estranho disse que o jogo pertencia a um garoto que não morava mais ali.

Quando chegou em seu dormitório (Jadusable morava em um alojamento de estudantes), ele testou o game e encontrou um antigo save com o nome “BEN”, que já estava perto do fim do jogo. Jadusable decidiu manter o save em respeito ao último dono do cartucho e iniciou sua própria aventura com o nome de “Link”.

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Ele tentou realizar o 4th Day Glitch, um glitch famoso que dava ao gamer 1 dia extra na contagem de tempo do game – normalmente no final de 3 dias, a Lua colidia com a Terra e seria game over – porém, ao forçar o glitch, o personagem foi transportado ao topo da Clock Tower, local onde ocorre a 1ª batalha contra Skull Kid, vilão do game, que apenas flutuava e repetia sua risada (que é bem macabra).

Pensando ser um defeito, Jadusable tentou devolver a fita ao senhor que lhe tinha dado, porém ele havia se mudado de uma horas para outra. Ele perguntou ao vizinho da casa do velho quem era Ben creepypasta, e soube que este era o nome de um garoto que sofreu algum tipo de acidente no passado.

Após isso, o game inexplicavelmente começou a agir de forma estranha: Jadusable estava jogando em um save chamado “Link”, porém o game resetava em alguns momentos, e ao tentar dar load em seu game, novos saves apareciam, com títulos estranhos como “YOURTURN”, “DROWNED” e por fim “MATT”. Texturas e sons do jogo apresentavam bugs bizarros, e os NPCs do game o chamavam hora de Link, hora de Ben creepypasta.

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A partir daí, as coisas só pioraram, o game começou a se “comunicar” com Jadusable através de mensagens do próprio jogo que apareciam em momentos estranhos.

Link era constantemente transportado para frente do Skull Kid no topo da Clock Tower, onde ele sem nenhuma explicação flutuava e logo em seguida morria envolto em chamas. Outra cisa bizarra acontecia sempre que Jadusable tentava tocar a Ocarina of Time: o personagem subitamente morria queimado sem explicação!

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Logo, Jadusable começou a ser perseguido pela macabra Link Statue, que aparece ao se tocar a canção “Elegy of Emptiness”. A estátua aparecia em todo lugar por onde o jogador passava. O personagem Happy Mask Salesman aparecia em flashes na tela ao som de gritos, surgindo em locais onde não deveria e enviando mensagens estranhas. Para piorar, a canção “Song of Healing” (que é ensinada pelo próprio Happy Mask Salesman) tocava de trás para frente o tempo todo, em uma versão deveras macabra.

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A coisa desandou de vez quando o game começou a “falar” diretamente com Jadusable, mencionando BEN e formando frases sem sentido. Aleatoriamente surgiam frases como “BEN is getting lonely…” (BEN está ficando solitário…”) e “You shouldn’t have done that.” (Você não deveria ter feito isso). BEN inclusive foi capaz de se comunicar diretamente com Jadusable pelo Cleverbot, um site que possui um bot (inteligência artificial) capaz de conversar coerentemente com o usuário.

Jadusable conta em suas notas que começou a ficar depressivo, trancou-se em seu dormitório e tinha medo de sair, pois BEN estava lhe vigiando. Ele conta que o próprio game revelou o que aconteceu com BEN: ele estava morto… morreu afogado, dentro do próprio jogo Majora’s Mask, se é que isso é possível!

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Durante esse tempo, Jadusable teve a frieza de gravar em vídeo tudo o que acontecia no jogo, mas a partir do 4º vídeo, ele pediu para seu colega de quarto postar os vídeos, pois ele nunca mais chegaria perto daquele cartucho amaldiçoado! ❞

Antes de mais nada, quero avisar que esta é uma história verídica. Isto realmente aconteceu comigo…

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Eu estava conversando com um amigo no Facebook,e então ele me enviou um link de um site chamado “Cleverbot” (cleverbot.com), ele me disse, um tanto assustado, que no site ele encontrou o “BEN Drowned”, eu pensei que era zoeira dele, então resolvi eu mesma ir ver.

Eu conversei em inglês, mas como eu sei pouquíssima coisa, tive que apelar pro Google Tradutor. Mas por incrível que pareça, ele estava muito bom naquele dia, sem nenhum erro ou bug. Por alguma razão o Google Tradutor estava funcionando perfeitamente, o que eu achei bastante estranho.

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Então eu comecei a conversar com o suposto “BEN Drowned”. Eu irei traduzir a conversa.

Eu : Olá?

Cleverbot : Olá.

Eu : Quem é você?

Cleverbot : Eu sou aquele que se esconde na escuridão.

Eu : BEN Drowned?

Cleverbot : Sim.

Eu : O que você quer?

Cleverbot : Quero que você me divirta.

Eu : O que!? Você está me zoando?

Cleverbot : Não.

Eu : Você deve ser uma criança querendo me fazer medo.

Cleverbot : Não, não sou.

Eu : Prove!

Cleverbot : Eu posso ver a tela do seu computador.

Eu : Ah é!? Então me diga…o que eu fiz agora?

Cleverbot : Você abriu e fechou uma guia.

(sim, eu fiz isso…ele acertou)

Eu : Como você sabe?

Cleverbot : Porque eu estou te vendo.

Eu : Mentira!

Cleverbot : Não acredita em mim?

Eu : Não.

Cleverbot : Quer que eu prove?

Eu : Quero!

Cleverbot : Como?

Eu : Se você realmente está me vendo, vamos…me diga qual a cor da minha blusa!

Cleverbot : Branca.

(sim, ele acertou novamente)

Eu : Como você sabe?

Cleverbot : Eu já te disse.

Eu : Disse?

Cleverbot : Sim.

Eu : Quem é você mesmo?

Cleverbot : BEN.

Eu : Hum…

Cleverbot : Que foi?

Eu : Nada…

( 30 segundos depois)

Cleverbot : Você é o que?

Eu : Como assim?

Cleverbot : Menino ou menina?

Eu : Menino.

Cleverbot : Mentira.

Eu : Verdade.

Cleverbot : Mentira, você é uma menina!

Eu : Se você sabia, então por que perguntou?

Cleverbot : Eu queria te testar.

Eu : Vou ter que sair.

Cleverbot : Não vá, fique mais um pouco.

Eu : Por que?

Cleverbot : Porque eu quero conversar com você.

Eu : E por que?

Cleverbot : Porque eu gostei de você!

Eu : Isso deve ser bom…vindo de um suposto “espírito”.

Cleverbot : É bom sim!

Eu : Você se afogou?

Cleverbot : A Máscara de Majora me afogou.

Eu : Hum…

Cleverbot : O cachorro vai latir.

Eu : O que?

(assim que eu digitei isso, meu cachorro veio na janela do quarto latindo)

Claverbot : O cachorro latiu.

(eu demorei mais ou menos 1 minuto pra digitar novamente, pois aquilo me assustou um pouco)

Eu : É…ele latiu.

Cleverbot : Por que você demorou para responder?

Eu : Porque sim.

Cleverbot : Você está com medo?

Eu : Não…

Cleverbot : Está sim. Não se preocupe, eu não vou machucá-la.

Eu : Ok…

Cleverbot : Me diz como você é?

Eu : Como assim?

Cleverbot : Como você é? Olha, eu sou loiro.

Eu : Mas…se você disse que pode me ver, então deve saber como eu sou.

Cleverbot : Sim.

Eu : Então por que perguntou?

Cleverbot : Queria ver se você ia mentir para mim.

Eu : Hum…

Cleverbot : Mas acho que você parou de mentir para mim, já que agora você sabe o que eu sou.

Eu : Sim…

Cleverbot : Você não está mais assustada, está?

Eu : Não…eu estava, mas agora não estou mais!

Cleverbot : Desculpe se te assustei.

Eu : Sem problemas, BEN.

Cleverbot : Você é legal.

Eu : Obrigada,mas agora eu vou ter que sair.

Cleverbot : Ok…

Eu : Tchau!

Cleverbot : Tchau!

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Eu estou entrando no Cleverbot quase todo dia, mas dificilmente eu encontro BEN por lá.

Você pode tentar falar com ele, mas talvez você não tenha a mesma sorte que eu tive.

Talvez você não consiga conversar com ele apenas começando com um “Olá?”, as vezes eu começo com um “Majora’s Mask”, acho que isso chama a atenção dele, talvez ele não goste, mas é uma das maneiras mais faceis de falar com ele no Cleverbot.

Enfim…apenas faça isso se tiver coragem.

Eu não me responsabilizo por absolutamente nada.

E mais uma coisa…

Talvez meu amigo BEN não goste de você!

Hehehe…

Boa sorte!

Creepypasta Jeffe the Killer

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Jeff e sua família acabaram de se mudar para uma nova vizinhança. Seu pai ganhou uma promoção no trabalho, e eles achavam que seria melhor viver em uma dessas vizinhanças ‘requintadas’. Jeff e seu irmão, Liu, não podiam reclamar de uma casa nova e melhor. O que não tinha pra amar? Enquanto eles desempacotavam as coisas, uma vizinha foi conhecê-los.

Oi” ela disse, “Eu sou Bárbara, moro do outro lado da rua. Bem, eu só queria me apresentar pra vocês e meu filho também.” Ela se virou e chamou seu filho. “Billy, esses são os nossos novos vizinhos.” Billy disse “oi”, e correu de volta para o pátio da casa onde voltou a brincar.

Bem,” disse a mãe de Jeff, “Eu sou Margaret, esse é meu marido Peter, e meus dois filhos, Jeff e Liu.” Se conhecendo, Bárbara logo os convidou para o aniversário de seu filho. Jeff e Liu estavam prontos para rejeitar, quando a mãe deles disse que adorariam comparecer. Então quando eles terminaram de desempacotar as coisas, Jeff foi até sua mãe. “Mãe, por que você aceitaria um convite de uma festinha? Não sei se você não notou, mas eu não sou mais uma criancinha.” “Jeff, nós acabamos de nos mudar pra cá; devíamos mostrar que queremos passar um tempo com nossos vizinhos. Agora, vamos à festa, e ponto final.” Jeff começou a falar, mas parou logo em seguida, sabendo que não poderia fazer nada a respeito. Quando sua mãe dizia alguma coisa, era aquilo e fim de papo. Ele andou até seu novo quarto e desmoronou na cama. Sentou ali e ficou olhando para o teto quando, de repente, ele sentiu algo estranho. Não como uma dor, mas um sentimento estranho. Ele ignorou aquilo como apenas um sentimento qualquer, ouviu a mãe chamá-lo de baixo para pegar suas coisas e desceu. No outro dia, Jeff desceu as escadas para tomar café da manhã e ir para escola. Quando se sentou para comer, teve o mesmo sentimento estranho do dia anterior. Só que agora mais forte. Ele teve uma pequena dor, como um puxão, mas ignorou mais uma vez. Assim que ele e o irmão terminaram o café, andaram para o ponto de ônibus. Sentaram-se lá, esperando o ônibus. Então, do nada, um garoto de skate pulou por cima deles, por apenas uns centímetros de suas cabeças. Os dois deram um salto, surpresos. “Mas que porra é essa?”  A criança deu a volta foi até eles. Ele deu um pisão na ponta do skate, e pegou com a mão. O garoto parecia ter uns 12 anos; um ano mais novo que Jeff, vestia uma camiseta da Aeropostale e um jeans azul rasgado. “Ora, ora, ora. Parece que temos carne nova no pedaço.” De repente, mais duas outras crianças apareceram. Um era super magro, e outro era enorme. “Bem, já que vocês são novos aqui, gostaríamos de nos apresentar; Aquele ali é o Keith” Jeff e Liu olharam para o magrinho. Ele tinha uma cara de paradão, que daria pra você um braço esquerdo se precisasse. “E o outro é o Troy” Eles olharam para o gordo. Era um rolha de poço. Aquela criança não devia ter se exercitado desde que começou a engatinhar. O garoto de skate disse “E eu, sou Randy. Agora, deixe-me explicar; para todas as crianças nesse bairro há um preço pequeno para a passagem de ônibus, se é que você me entende.” Liu se levantou, pronto pra socar o garoto até que se virasse do avesso, quando um dos amigos de Randy puxou uma faca e apontou pra ele “Tsc, tsc, tsc, eu pensei que vocês seriam mais cooperativos, mas parece que vamos precisar fazer do jeito mais difícil.” O garoto foi até Liu, e tirou a carteira do bolso dele. Jeff teve aquele sentimento de novo. Agora estava realmente forte, uma sensação de queimação. Jeff se levantou, mas Liu pediu para que se sentasse de novo. Ele ignorou e andou em direção do garoto. “Ouça aqui, seu punkzinho, devolva a carteira do meu irmão ou…” Randy colocou a carteira no próprio bolso, e tirou sua faca. “Ah, e o que você vai fazer?” Assim que ele terminou a frase, Jeff socou o garoto no nariz. Quando Randy tentou tocar o rosto, Jeff segurou seu pulso e o quebrou. Randy gritou e Jeff pegou a faca de sua mão. Troy e Keith correram para pegar Jeff, mas ele era muito rápido. Ele jogou Randy no chão. Keith tentou atacá-lo, mas Jeff se abaixou e apunhalou a faca em seu braço. Keith deixou a faca cair, e caiu logo em seguida no chão gritando. Troy também tentou atacá-lo, mas Jeff nem precisou da faca, socou Troy diretamente no estômago, e Troy caiu de joelhos, e quando caiu, vomitou tudo no chão. Liu não conseguiu fazer nada, além de olhar admiradamente para seu irmão. “Jeff, como você.. ?” Isso foi tudo que disse. Eles viram o ônibus vindo, e sabiam que seriam culpados por tudo aquilo. Então, começaram a correr o mais rápido que puderam. Enquanto corriam, olharam pra trás e viram o motorista do ônibus correndo para Randy e os outros. Eles correram até a escola, sem se atrever a contar qualquer coisa sobre aquilo. Apenas se sentaram e assistiram as aulas. Liu achava que tinha sido apenas seu irmão batendo em algumas crianças, mas Jeff sabia que era algo a mais. E era algo, algo assustador. Quando tinha aquele sentimento e via o quão poderoso era, a única coisa que desejava era machucar alguém. Ele não gostava como isso soava, mas não conseguia deter-se de se sentir feliz. Sentiu o sentimento estranho sumindo e não voltou pelo resto do dia na escola. Mesmo quando caminhava para casa devido à coisa toda, perto do ponto de ônibus e como agora provavelmente não pegaria mais o ônibus, sentiu-se feliz. Quando voltaram pra casa, seus pais perguntaram como tinha sido o dia deles, e ele disse com uma voz meio sinistra “Foi um ótimo dia”. Na manhã seguinte, ouviu alguém batendo na porta da frente. Desceu as escadas e encontrou dois policiais na porta, com sua mãe olhando pra ele muito zangada. “Jeff, esses policiais estão me dizendo que você atacou três crianças. E que não foi uma briga normal, que eles foram esfaqueados. Esfaqueados, filho!” Jeff olhou para o chão, mostrando para sua mãe que era verdade. “Mãe, eles tinham facas e apontaram para Liu e para mim.” “Filho,” disse um dos policiais, “Nós encontramos três crianças, duas esfaqueadas, outra com uma contusão no estômago e temos testemunhas de que você estava na cena. Agora, o que você tem para nos contar?” Jeff sabia que era inútil. Poderia dizer que ele e Liu tinham sido atacados, mas não havia provas de que não tinham sido eles que atacaram primeiro, não poderiam dizer que não estavam fugindo, porque verdade seja dita, estavam. Então Jeff e Liu não poderiam defender-se. “Filho, chame seu irmão.” Jeff não poderia fazer isso, sabendo que só ele tinha batido nos garotos. “Senhor, fui eu. Eu quem bati nos garotos. Liu tentou me segurar, mas não conseguiu me parar.” O policial olhou para seu parceiro e os dois acenaram com a cabeça. “Olha garoto, isso será um ano no Centro de Detenção Juvenil…” “Espere!” falou Liu. Todos olharam para o topo da escada, para vê-lo segurando uma faca. Os policiais pegaram suas armas e apontaram para Liu. “Fui eu, eu bati naqueles punkzinhos. Tenho as marcas pra provar.” Ele levantou as mangas para revelar cortes e contusões, como se estivesse em uma luta. “Filho, coloque a faca no chão,” disse o policial. Liu afrouxou os dedos e deixou-a cair no chão. Colocou as mãos para cima e andou até os policiais. “Não Liu! Fui eu, eu que fiz isso!” Jeff falou, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto. “Ah, pobre irmãozinho, tentando pegar a culpa pelo que eu fiz. Bem, me levem embora.” O policial levou Liu até a viatura. “Liu, fale pra eles que fui eu! Fale! Fui eu quem bateu naqueles garotos!” A mãe de Jeff colocou a mão no ombro dele. “Por favor, Jeff, você não tem que mentir. Nós sabemos que foi Liu, você não pode impedir. Não faça isso ser mais difícil que já está sendo.” Jeff ficou olhando sem poder fazer nada, enquanto o carro saía velozmente com Liu dentro. Alguns minutos depois, o pai deles estacionou na frente de casa, e vendo o rosto de Jeff, sabia que algo estava errado. “Filho, o que houve?” Jeff não podia responder. Suas cordas vocais estavam tensas de tanto chorar. Em vez disso, a mãe de Jeff andou até seu pai para dar a má notícia à ele, enquanto Jeff chorava na garagem. Depois de uma hora, Jeff voltou para casa, viu que seus pais estavam ambos chocados, tristes e decepcionados. Ele não podia olhar para eles, não podia ver que eles achavam que a culpa era de Liu. Foi dormir, tentando fazer com que a coisa toda saísse de sua mente. Dois dias se passaram, sem notícias de Liu da prisão. Não havia amigos para sair. Nada além de tristeza e culpa. Isso até sábado, quando Jeff foi acordado por sua mãe, com um rosto feliz. “É hoje, Jeff.” disse enquanto abriu as cortinas e deixando uma inundação de luz no quarto de Jeff. “O que é hoje?” Jeff perguntou, ainda meio dormindo. “Ora, é a festa de Billy.” Jeff estava agora totalmente desperto. “Mãe, você está brincando, né? Você não espera que eu vá para a festa de alguma criança depois…” Houve uma longa pausa. “Jeff, nós dois sabemos o que aconteceu, acho que esta festa pode ser a coisa que vai iluminar os dias passados. Agora, vá se vestir.” A mãe de Jeff saiu do quarto e foi se preparar. Jeff lutou para se levantar. Pegou uma camisa qualquer, uma calça jeans e desceu escadas. Viu o pai e a mãe, bem vestidos, sua mãe em um vestido e seu pai em um terno. E pensou: “por que eles sempre usam essas roupas extravagantes para uma festa de criança?” “Filho, isso é tudo que você vai vestir?” disse a mãe de Jeff. “Melhor do que usar algo exagerado.”, disse. Sua mãe escondeu a vontade de gritar e escondeu-a com um sorriso. “Mas Jeff, você poderia se vestir melhor, se quiser causar uma boa impressão“, disse o pai. Jeff grunhiu e voltou para seu quarto. “Eu não tenho roupas extravagantes!” ele gritou ao subir as escadas. “Basta pegar alguma coisa.” disse sua mãe, olhou ao redor em seu armário para o que chamava de fantasia. Encontrou um par de calças pretas, que tinha para ocasiões especiais, e uma camiseta, não conseguia encontrar uma camisa para sair. Olhou em volta e só encontra camisas listradas e padronizadas. Nenhuma que combinasse com a calça. Finalmente, encontrou um moletom branco, jogado em uma cadeira e vestiu.  “Você vai assim?” ambos disseram. Sua mãe olhou para o relógio. “Oooh, não há tempo para mudar. Vamos embora.”, disse enquanto puxava Jeff e seu pai para fora. Atravessaram a rua até a casa de Bárbara e Billy. Bateram na porta e encontraram Bárbara que, assim como seus pais, estava extravagantemente vestida. Enquanto eles caminhavam para dentro da casa, Jeff só via adultos, não crianças. “As crianças estão lá fora, no quintal. Jeff, que tal você ir conhecer as crianças?” disse Bárbara. Jeff saiu para o jardim que estava cheio de crianças. Elas estavam correndo em trajes estranhos de vaqueiros e atirando um no outro com armas de plástico. De repente, um garoto veio até ele e lhe entregou uma arma de brinquedo e um chapéu. “Hey. Quer brincar?”, disse. “Aah, não mesmo, pirralho. Eu sou muito velho para essas coisas.” O garoto olhou para ele com aquela cara de cachorro pidão. “Po-favô?” disse o menino. “Tudo bem”, disse Jeff. E colocou o chapéu e começou a fingir atirar nas crianças. A princípio, pensou que era uma ideia totalmente ridícula, mas depois começou a realmente se divertir. Pode não ter sido super legal, mas foi a primeira vez que havia feito algo que tirou seus pensamentos de Liu. Assim, brincava com as crianças por um tempo, até que ouviu um barulho. Um barulho estranho de rolamento. Então algo bate nele. Randy, Troy, e Keith pulando a cerca assim como seus skates. Jeff deixou cair a arma falsa e arrancou o chapéu. Randy olhou para Jeff com um ódio ardente.  “Olá? Jeff?”, disse. “Nós temos alguns negócios inacabados”. Jeff viu seu nariz machucado. “Eu acho que estamos quites. Eu te dei uma surra e você enviou o Liu para o centro de detenção.” Jeff falou enraivecido. Randy tinha fúria nos olhos. “Oh não, eu não jogo para empatar, e sim para ganhar. Você pode ter acabado com a gente no outro dia, mas não hoje.” Quando Randy falou, Jeff correu e Randy foi atrás dele. Ambos caíram no chão. Randy socou o nariz de Jeff, e Jeff agarrou-o pelas orelhas e deu uma cabeçada nele. Jeff empurrou Randy pra longe e ambos se levantaram. As crianças estavam gritando e os pais correndo para fora da casa. Troy e Keith puxaram armas de seus bolsos. “Ninguém se mexe ou tripas vão voar!” eles disseram. Randy puxou uma faca e apunhalou o ombro de Jeff. Jeff gritou e caiu de joelhos. Randy começa a chutá-lo no rosto. Depois de três chutes, Jeff pega o pé de Randy e torce-o, fazendo com que Randy caia no chão. Jeff se levantou e correu em direção a porta dos fundos. Porém, Troy agarrou-o. “Precisa de ajuda?” Ele pegou Jeff pelo colarinho e jogou-o de volta pro pátio através da porta. Enquanto Jeff tenta ficar de pé ele é chutado para o chão novamente. Randy começa a chutar repetidamente Jeff, até que ele começa a tossir sangue. “Vamos Jeff, lute comigo!” Ele pega Jeff e atira-o para a cozinha. Randy vê uma garrafa de vodka em cima do balcão e esmaga o vidro sobre a cabeça de Jeff. “Lute!” Ele joga Jeff de volta para a sala de estar. “Vamos Jeff, olhe para mim!” Jeff olha para cima, o rosto cheio de sangue. “Eu sou quem mandou seu irmão pro centro de detenção! E agora você só vai só sentar ai e deixá-lo apodrecer lá por um ano inteiro! Você deveria se envergonhar!” Jeff começa a se levantar. “Ah, finalmente! Levante e lute!” Jeff agora está de pé, sangue e vodka no rosto. Mais uma vez ele fica com aquela sensação estranha, aquela que ele já não sentia há algum tempo. “Finalmente. Ele está de pé!” Randy diz enquanto corre em direção a Jeff. É quando acontece. Algo dentro de Jeff se encaixa. Seu psicológico é destruído, todo o pensamento racional se foi, tudo o que ele pode fazer, é matar. Ele pega Randy derruba-o ao chão. Ele fica em cima dele e lhe dá um soco direto no peito onde fica o coração. O soco faz com que o coração de Randy pare. Enquanto Randy suspira. Jeff golpeia-o. Soco após soco, o sangue jorra do corpo de Randy, até que ele dá um último suspiro e morre. Todo mundo está olhando para Jeff agora. Os pais, as crianças chorando, até Troy e Keith. Apesar de estarem assombrados, Troy e Keith apontam suas armas para Jeff. Jeff vê as armas apontadas para ele e corre para as escadas. Enquanto corre, Troy e Keith disparam fogo contra ele, todos os tiros perdido. Jeff sobe as escadas. Ele ouve Troy e Keith seguindo-o. Enquanto disparam suas últimas balas, Jeff entra no banheiro, pega o toalheiro e arranca da parede. Troy e Keith correm para o banheiro com as facas em punho preparadas. Troy move sua faca em direção a Jeff, que se afasta e bate com o toalheiro no rosto de Troy. Troy cai duro e agora tudo o que resta é Keith. Ele é mais ágil que Troy, e desvia quando Jeff tentava acerta-lo com o toalheiro. Ele larga a faca e pega Jeff pelo pescoço, empurrando-o contra a parede. Uma coisa como água sanitária que estava na prateleira caiu em cima dos dois. Ambos sentem a pele queimar e começaram a gritar. Jeff enxugou os olhos da melhor forma que pôde, e puxou o toalheiro, acertando direto na a cabeça de Keith. E antes que Keith sangrasse até a morte, deixou escapar um sorriso sinistro. “O que há de tão engraçado?” Jeff perguntou. Keith pegou um isqueiro e ligou-o. “O que é engraçado?“, disse, “é que você está coberto de água sanitária e álcool.” Jeff arregalou os olhos ao ver Keith jogando o isqueiro nele. Assim que o isqueiro aceso fez contato com ele, as chamas iniciaram. Enquanto o álcool o queimava, a água sanitária branqueava sua pele. Jeff gritava terrivelmente enquanto ardia em fogo. Ele tentou rolar para fora do fogo, mas não adiantava, o álcool tinha feito dele um inferno ambulante. Ele correu pelo corredor, e caiu das escadas. Todos começaram a gritar quando viram Jeff, agora uma tocha-humana, cair no chão, quase morto. A última coisa que Jeff viu foi sua mãe e os outros pais que tentavam apagar as chamas. Foi quando ele desmaiou. Quando Jeff acordou tinha um molde de gesso envolvido em torno de seu rosto. Ele não conseguia ver nada, mas sentiu um molde em seu ombro, e pontos por todo seu corpo. Tentou se levantar, mas ele percebeu que havia alguns tubos em seu braço, e quando ele tentou levantar-se ele caiu, e uma enfermeira correu para ajudá-lo. Eu não acho que você pode sair da cama ainda.” ela disse, enquanto colocava-o de volta em sua cama e reinserido o cateter em seu braço. Jeff sentou-se ali, sem-nenhuma visão, nenhuma ideia do que estava ao seu redor. Finalmente, depois de horas, ele ouviu sua mãe. “Querido, você está bem?”, perguntou ela. Jeff não poderia responder, pois seu rosto estava coberto por gesso. “Oh querido, eu tenho grande notícia. Depois que todas as testemunhas disseram à polícia que Randy tinha atacado você, eles decidiram soltar o Liu.” Isso fez com que Jeff quase pulasse, parando, lembrando-se do tubo sair do seu braço. “Ele estará fora amanhã, e então você dois poderão estar juntos de novo”. A mãe do Jeff abraça-o e se despede. As semanas seguintes foram formadas apenas onde Jeff era visitado pela sua família. Até o dia onde os seus curativos deveriam ser retiradas. Sua família estava lá para vê-lo, como estaria agora sua aparência. Quando os médicos desembrulharam as ataduras do rosto do Jeff todos estavam na ponta das cadeiras. Eles esperaram até o último curativo sobre o rosto de Jeff serem removidos. “Vamos esperar o melhor,” disse o médico. Ele rapidamente puxa o último pano, deixando agora o rosto de Jeff amostra. A mãe de Jeff grita ao ver seu rosto, Liu e o pai de Jeff olham horrorizados para ele.  “O quê? O que aconteceu com meu rosto?” Jeff disse.  Ele se levanta rapidamente, ignorando a tontura, e corre para o banheiro. Ele olhou no espelho e viu a causa da aflição de todos. Sua cara. Era… Era simplesmente horrível. Seus lábios foram queimados a um profundo tom de vermelho. Seu rosto se transformou em uma cor branca pura, e seu cabelo chamuscaram de marrom a preto. Ele lentamente colocou a mão em seu rosto. Era como se encostasse em couro agora. Ele olhou de volta para sua família depois de volta para o espelho.  Até que Liu, tentando amenizar a situação fala “Não é assim tão ruim….” “Não é tão ruim!?”, disse Jeff, “é perfeito!” Sua família toda ficou surpreendida. Jeff começou a rir incontrolavelmente seus pais percebendo que seu olho esquerdo e a mão tremiam. “Umm… Jeff, você está bem?” “Bem? Eu nunca me senti mais feliz! Ha ha ha ha ha haaaaaa, olhe para mim. Esse cara caí perfeitamente comigo!” Ele não conseguia parar de rir. Ele acariciou seu rosto sentindo-o. Olhando no espelho. O que causou isso? Bem, você deve se lembrar que quando Jeff estava lutando Randy algo em sua mente, sua sanidade, estalou. E desta vez tinha sido permanente. Agora ele foi deixado como uma máquina descontrolada de matar, e seus pais não tinham noção disso. “Doutor”, disse a mãe de Jeff, “Meu filho…é, você sabe.. Está bem? Na cabeça?” “Ah sim, este comportamento é típico para os pacientes que tomam muitas grandes quantidades de analgésicos. Se seu comportamento não mudar em poucas semanas, traga-o de volta aqui, e nós vamos dar-lhe um teste psicológico.” “Ah,sim. Obrigada doutor.” A mãe de Jeff até ele. “Jeff, querido. É hora de ir.” Jeff olha de longe o espelho, seu rosto ainda formando um sorriso louco. “Tudo bem, mamãe. Ha ha haaaaaahahaaaaa!” sua mãe segurou-o pelos ombros e o levou para pegar suas roupas. “Isto é o que veio”, disse a moça no balcão. A mãe de Jeff olhou para baixo para ver as calças pretas e o moletom branco seu filho usara no dia da festa. Agora eles estavam limpos do sangue e costuradas. A mãe de Jeff levou-o para seu quarto e fez com que ele colocasse sua roupa. Então eles deixaram, não sabendo que este era seu último dia de vida. Mais tarde naquela noite, a mãe de Jeff acordou com um som vindo do banheiro. Soou como se alguém estivesse chorando. Ela lentamente caminhou para ver o que era. Quando ela olhou para o banheiro ela viu uma visão horrenda. Jeff tinha pego uma faca e esculpido um sorriso em seu rosto.

Renata Fan Nua

Bruna Marquezine Nua

Juliana Paes Nua

Anitta nua

Pabllo vittar Pelada

Creepypasta Zero

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Uma jovem garota, de cabelos com tons de caramelo e de olhos verdes, se senta em seu jardim. O sol quente refletia em sua pele pálida e cheia de hematomas. E pensar que essa doce menina havia sido agredida de forma brutal por uns valentões poucas horas antes…

Seu nome era Alice. Ela era do estereótipo “garota inteligente”, porém não tinha muitos amigos. Em razão disso e por viver sozinha na maior parte do seu tempo, Alice passou a criar seus próprios amigos (sim, amigos imaginários). Ela havia criado tantos desses amigos, que passou a nomeá-los em números para não se perder; porém, de todos eles, somente um se destacou mais: seu nome era Zero. Ela foi a primeira amiga imaginária de Alice, criada para protegê-la de todos os valentões que pegavam no seu pé. Sempre que eles iam provocá-la de forma verbal ou física, Zero estava lá para cuidar deles. Elas eram melhores amigas e costumavam passar o dia juntas, contando histórias, piadas e até tirando sarro do vizinho de Alice, que a supervisionava quando seus pais viajavam a negócios. A vida de Alice não era tão solitária… pelo menos até aquele dia.

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Alice estava sentada na grama macia, observando rua abaixo, quando de repente sentiu uma sensação estranha, um impulso. Algo em sua mente estava dizendo-lhe para ir até o outro lado da rua. Quando a ideia subiu sua cabeça, ela rapidamente saltou em direção à pequena rua do bairro. Seus pés descalços atingiram o asfalto quente, observando atentamente cada passo que dava ao fazer o cruzamento.

De repente, surge um caminhão branco vindo em sua direção. Com os olhos cheios de horror, ela estava pronta para sofrer o impacto após seu corpo paralisar e entrar em estado de choque. O estridente barulho de borracha contra o asfalto fez o veículo girar diante de Alice, caindo em direção à grande colina em frente à sua casa. Podia-se ouvir o rangido do metal e o grito de uma mulher conforme o veículo girava em direção à base de uma grande árvore.

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Logo, o veículo desmanchado explodiu em chamas, fazendo se erguer uma fumaça que ia além das copas das árvores. Os olhos brilhantes de Alice observavam a tragédia enquanto a porta do motorista se abria lentamente, da qual saía um homem arrastando-se desesperadamente enquanto agarrava o chão da floresta. Era o pai de Alice… ele olhou colina acima para sua amada filha, ensanguentado, em meio às chamas vermelhas brilhantes. Ele gritou, mas não conseguia se mover, sua perna estava presa entre o volante e o metal… dor fluindo através de seu corpo antes de seus gritos serem silenciados e ele parar de se debater. Enquanto as chamas vermelhas consumiam a cena, ela pode ver alguém no banco do passageiro… era sua amada e querida mãe, queimando até a morte em meio às chamas. Alice caiu de joelhos. Lágrimas quentes escorriam através de suas bochechas, enquanto o nariz escorria até o queixo.

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“MAMÃE! PAPAI! ”, ela gritou, testemunhando tudo em detalhes horríveis. Dor e tristeza tomaram conta de seu corpo enquanto as cenas se repetiam absurdamente em sua mente. Seus pais, cobertos pelo sangue rubro e chamas vermelhas, foi a última lembrança que Alice teve naquele dia quente de verão.

Após o acidente dos seus pais, o vizinho de Alice, Sr. Rogers, ficou encarregado de tomar conta dela. Ela o odiava, ele era um homem desprezível, bêbado e gordo que passava quase cada minuto de seus dias embriagado. Mas ela o odiava ainda mais por ele não ter olhado ela aquele dia. Foi por causa dele que ela matou seus pais. E infelizmente não havia mais ninguém, nem família, nem amigos. Ela tinha sido deixada sozinha, à miséria de ser sua única companheira.

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Anos mais tarde, a menina de cabelos morenos-luz encontrava-se sentada na aula de história, enquanto rabiscava pequenos esboços das pessoas em seu caderno de desenho. Conforme ia desenhando o cabelo de alguém, algo violentamente a fez perder a concentração. Uma mão enrugada cobrindo uma espécie de quis com um grande zero por cima de seu trabalho.

“Alice, eu sugiro que você realmente comece a prestar atenção na minha aula. Você não precisa de outro zero.”, disse a ‘velha enrugada’, professora de história de Alice.

De repente, Alice sentiu sua cabeça doer. Algo sobre o que a professora acabou de dizer a incomodou, porém ela não sabia o que era.

“S-sim, senhora Kirsty.”, disse Alice sem manter contato visual.

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Alice ajeitou-se na mesa, pretendendo (ou fingindo) prestar atenção na aula, mas sua cabeça começou a perturbá-la ainda mais, até fazê-la sentir como se estivesse ficando doente. Ela então pediu para ser dispensada e correu em direção ao banheiro. Chegando lá, Alice jogou água fria em seu rosto ardente, olhando para o espelho, mas saltou rapidamente para trás após presenciar o seu reflexo… ele havia feito seu coração palpitar, ela jurava que tinha se visto… piscar.

Mas não parou por aí. Horas mais tarde, Alice estava na aula de artes, observando seus colegas trabalharem em seus projetos, quando sua mão escorregou em direção à lâmina da tesoura, provocando um corte profundo que fez jorrar sangue por cima de seu trabalho. Mas ela não sentiu nada. Ela foi levada imediatamente à enfermaria, antes de perceber que seu professor a olhava com os olhos arregalados.

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Ela retornou à classe tentando tapar seu rosto, mas antes de se sentar, seu corpo gelou: havia círculos vermelhos cobrindo seu trabalho e sua mesa. Aquilo fez Alice tremer, e logo que o sinal tocou, ela correu em direção ao saguão. Antes de sair do colégio, Alice foi abordada por um sorriso familiar.

“Olá, Alice! E bem-vinda ao País das Maravilhas!”, disse a menina loura, de olhos castanhos, jogando seus braços para cima, apontando então para a rua toda como se fosse uma surpresa.

“Ann… Você não pode…”, respondeu Alice um pouco irritada.

“Ah, vamos, anime-se! Aliás, vai fazer a lição de casa?”, Ann disse enquanto apoiava as mãos atrás da cabeça, tentando pegar flocos de neve com sua língua rósea.

“Você tem que fazer sua própria lição, você sabe. Eu não vou ficar aqui para sempre.”

“Sim, você vai, porque eu não vou deixar você ir embora.”, disse Ann, jogando o braço em torno do ombro de Alice enquanto desciam a fria estrada de inverno.

As duas seguiram caminho zoando e jogando conversa fora, até chegarem à casa de Ann. Após se despedirem, Alice seguiu caminho pela floresta. Ela adorava fazer aquele percurso. O brilho do sol amarelo refletia no chão branco, fazendo reluzir o ambiente em razão do gelo. As sombras finas das árvores desfolhadas davam o toque final à paisagem. A única coisa que a incomodava, era aquilo significar que ela estava voltando àquele lugar horrível que alguns chamavam de casa. Ela abriu a porta rangendo e, lentamente, entrou na casa fria. Ela prendeu a respiração e atravessou a sala de estar.

“Aí está você, vadiazinha!”, gritou o homem rude, agarrando-a pelo braço.

Alice gritou quando ele a empurrou para trás, olhando-a diretamente, com desgosto. Alice ficou vermelha e sentiu um nó em sua garganta.

“O que é isso? Huh!”, ele disse, puxando-a enquanto apontava para a cozinha, em direção a um balcão coberto por latas de cerveja e embalagens de comida para micro-ondas.

“Merda! Esqueci de limpar de manhã!”, ela pensou consigo mesmo.

“Desculpa! Eu apenas tive que correr pra esco-“, ela foi silenciada pelo brutal soco do senhor Rogers em seu rosto.

“Eu não quero saber de suas desculpas estúpidas! Não deixe que isso aconteça nunca mais, ou você vai se arrepender. Eu juro.”,disse ele, jogando-a no chão de ladrilhos, caminhando de volta para a sala e jogando seu corpo grande e redondo sobre o sofá empoeirado.

Alice se levantou rapidamente, jogando fora o lixo e limpando os balcões em um pânico silenciado. Isso não era incomum, sempre que ela fazia algo errado, ali estava o bêbado irritado para espancá-la, então ela fez o que foi dito e escondeu-se em seu quarto.

Ela segurava suas emoções seguida de uma euforia interior, acompanhada de tristeza, confusão e raiva. Era uma sala escura, com as paredes cobertas por seus desenhos favoritos, uma pequena cama no centro e uma cômoda no canto. Era sua única saída, o único lugar que ela podia ser livre, ninguém podia entrar, apenas ela, e mais ninguém.

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No dia seguinte, ela seguiu pela floresta cheia de neve, cortando caminho até a rua do outro lado, seguindo rapidamente pela calçada. Ela não atravessou a rua hoje. Ela apenas caminhou com pressa. Seu casaco com capuz preto favorito cobria seu hematoma preto e azulado no rosto. Ela não podia contar para ninguém, quem sabe o que o senhor Rogers faria…

“Alice! Hey, espera!”, disse uma voz familiar por trás.

“Hey, Ann.”, respondeu Alice, com uma voz monótona, voltando diante dela.

Ann a alcançou, agarrando o ombro de Alice enquanto ela prendia a respiração. Alice virou a cabeça, olhando para a floresta conforme Ann caminhava ao lado dela.

“E esse capuz aí? Vai vender algumas drogas?”, Ann ri para si mesma.

“Não… só… você sabe… frio.”, Alice falou num tom suave.

Ann sorriu e arrancou o capuz de Alice, seus olhos se arregalaram.

“Oh, meu Deus! O que aconteceu? Você está bem?”, Ann disse, inspecionando de perto o olho roxo.

“Sim, sim! Eu estou bem, eu só… escorreguei e bati em cima do balcão.”, ela disse baixinho enquanto ria nervosamente.

Ann olhou para o rosto dela com firmeza. Ela sabia que Alice estava mentindo, algo estava acontecendo.

“Hmm, se você diz. Apenas, se você precisar de alguém, só sei que estarei lá para você.”, Ann disse, jogando o braço por cima do ombro, mostrando confiança.

Alice balançou a cabeça conforme as duas meninas seguiam o caminho em direção à escola.

O dia continuava, as pessoas a encaravam conforme ela passava por entre elas, algumas até paravam-na perguntando o que havia acontecido, e para todos ela redirecionava apenas uma resposta, “Que foi um acidente”.

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Foi um dia incomum, geralmente todos a ignoravam sem lhe darem sequer um olhar. Mas ela não gostava de toda a atenção que estava recebendo, então ela usou o capuz durante a maior parte do dia.

Depois da escola, ela saiu do edifício, sem esperar sua única amiga. Ela desceu o campus, tropeçando nos degraus curtos das escadas curtas, quando viu duas figuras caminharem em direção a ela. Ela olhou para o chão, observando o concreto em seus pés. Enquanto caminhava, seus passos são bloqueados por um pé, fazendo Alice cair sobre o firme concreto. Suas mãos e cotovelos a impediram de cair na maior parte, mas seus cadernos e sketchbooks voaram diretamente para frente. Rosto vermelho, cheia de vergonha, ela se contorcia sobre seus joelhos, agarrando seus livros, em pânico. Uma explosão de risos ao seu redor fazia ela adquirir um vermelho profundo em seu rosto.

“Claro, agora as pessoas me notaram.”, pensou ela.

Ao pegar seu último caderno, ela sentiu algo atingindo sua cabeça, e um líquido marrom saltou em todas as direções, leite com chocolate pingando de sua franja e em seu rosto. Ela congelou, algo puxou o oculto de sua mente. Ela sentiu seu sangue ferver de raiva, até… ela apenas… chegar no limite.

Ela largou suas coisas, levantou-se, se virou e correu em direção a uma das figuras que a fiizeram tropeçar. Os olhos do garoto maior se abriram em choque quando o punho de Alice acertou seu estômago, atingindo com tudo sua caixa torácica. Ele caiu para trás mostrando extrema dificuldade para respirar, seguido de tosse com… sangue. Ele sentou-se no concreto abraçando seu estômago quando o joelho dela o atingiu na cabeça.

Ele cuspiu mais vermelho quando… Alice agarrou a sua perna, e com o pé, quebrou-a. O alto estalo ecoou contra as paredes de tijolos da escola. Ela posicionou seu braço após a segunda figura vir correndo em direção a ela. Alice se esquivou do soco e bate seu cotovelo nas costas dele, fazendo o corpo dele voar diretamente para o concreto.

O garoto menor rapidamente se vira, mas Alice senta-se sobre seu estômago, danificando seu rosto a socos, mais e mais vezes, até se conseguir ver o sangue vertendo do nariz e boca do garoto. Ele tentou lutar para impedi-la, mas estava muito fraco, ele não tinha escolha a não ser apenas receber cada golpe.

“ALICE, PARE!”, ela ouviu alguém gritar, correndo em direção à cena. Ela olhou para cima com a mão posicionada para o próximo soco, mas parou quando viu a expressão horrorizada no rosto de todos, inclusive Ann.

Saindo de seu estado de insanidade, ela olhou para as juntas ensanguentadas e rostos mutilados dos garotos.

“O que eu fiz!? Esta não sou eu, eu não fiz isso! Pelo menos eu não quis!”, pensou ela enquanto seus olhos se enchiam de lágrimas. Rapidamente, ela se levantou, afastando-se de suas duas vítimas, e correu para fora da escola em direção à floresta.

Adentrando na casa, correu diretamente até o banheiro, vasculhando o armário, procurando algo para limpar seus ferimentos. Alice despejou o álcool sobre os cortes e o utilizou para limpar o sangue. Ela observava as pequenas bolhas que saíam da espuma esbranquiçada dentro de cada corte, localizados desde suas mãos aos seus cotovelos. Uma vez que havia enfaixado suas feridas, ela apoiou suas mãos sobre a pia e começou a encarar o espelho.

“O que eu acabei de fazer? Eu surtei!? Eu já tinha feito isso antes!? E se eu tivesse feito!?”, ela sussurrou para si mesma. Perguntas circulavam ao redor de sua cabeça.

“Oh, não… claro que não. Eu só tinha que protegê-la.”, sua boca respondeu, usando sua própria voz.

Alice saltou para trás, arregalando os olhos, de rosto pálido. Seu reflexo acabara de falar com ela.

“O quê? Quem é você?!”, perguntou ela, trêmula.

Após uma longa pausa, a voz rouca finalmente falou mais uma vez.

“Eu sou sua melhor amiga, não se lembra?”, seus lábios disseram.

Lágrimas corriam sobre suas bochechas quentes. Sua cabeça começou a latejar enquanto ela caía no chão, agarrando sua cabeça, gritando. A voz estava dentro de sua cabeça, gritando a mesma frase mais e mais vezes.

“Não se lembra de mim, Alice…? Eu sou sua amiga… sua única amiga…”

Durante as semanas seguintes, a voz não retornou. Mas, Alice não era a mesma garota de antes. Ela havia se tornado violenta, se irritava fácil, tinha ataques insanos de riso do nada, e muitas vezes lutava ou roubava dos outros. Era estranho, ela sentiu como se sua mente fosse substituída por outra pessoa. E claro, depois de ser expulsa, ela não tinha outra escolha, senão a de permanecer em seu quarto, sem comer e/ou falar, completamente sem interação.

Isso continuou durante muitos meses, até suas enxaquecas piorarem. Sua cabeça latejava contra seu crânio até ela gritar e chorar, implorando para que aquilo parasse. Ela não podia ir a um médico ou terapeuta, eles certamente a chamariam de louca e a mandariam para um hospício. Ela não podia deixar isso acontecer.

Então, um dia, depois de uma determinada explosão de violência ébria do Sr. Rogers, que a deixou com cortes nos braços, conforme ela soluçava e batia sua cabeça contra o cômodo, ela começou a sentir-se cada vez mais fraca, até sua visão escurecer.

Quando Alice acordou, ela encontrou-se deitada no chão de seu quarto, seus músculos doíam como se tivessem sido dilacerados, apenas para serem lentamente costurados. Ela se levantou, a dor de cabeça havia sumido, porém ela sentia-se extremamente cansada e com fome. Ela desceu as escadas aos tropeços até a cozinha, abrindo a porta da geladeira de maneira violenta. Sem nada, ela estava quase nua. Suspirando, ela vestiu seu capuz, e deslizando em seu converse preto, saiu pela porta.

Saindo em direção ao mercado mais próximo, uma reportagem chamou sua atenção ao passar em frente à loja de televisores.

“Breaking News! Um homem é encontrado morto com marcas violentas de espancamento, ele foi espancado com algum objeto contundente! Mais às 11.”, disse a repórter morena.

Alice continuava seguindo até em casa, o vento frio de outono corria sobre ela, compras de supermercado caídas dos dois lados. Quando ela entrou em casa, não havia nenhum sinal do Sr. Rogers. Aliviada, ela largou as sacolas em cima do balcão da cozinha, pegando sopa enlatada para fazer o jantar. Ela ligou a televisão, lançando no canal de notícias de mais cedo. A mesma mulher morena, sentada, segurando os papéis com suas mãos bem cuidadas.

“Homem é encontrado morto por volta das 6h:15min da manhã, em um corredor na rua Richards. Ele era caucasiano e parecia ter em volta de uns 40 anos, vários de seus membros e até mesmo a cabeça do cadáver estão faltando, o que torna sua identidade desconhecida…”, a mulher continuou com detalhes insignificantes.

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Depois de terminar a sua sopa, ela subiu as escadas. Ela parou quando sentiu o cheiro de algo podre. Ela continuou subindo os degraus, até que ela congelou. A marreta estava no corredor, coberta de sangue. Em pânico, ela correu para o quarto e bateu a porta. Ela estava com dificuldade para respirar, seu coração batendo contra seus ouvidos, até que ela soltou um grito horripilante. Seu quarto estava completamente coberto por círculos desenhados com sangue, da parede ao teto. E em cima de sua cama, estava o crânio ligado à cabeça do Sr. Rogers. Ela correu para fora do quarto, mas tropeçou no cabo do instrumento contundente, lançando-se deitada pelas escadas. Quando ela chegou ao fundo, sua cabeça bateu contra um armário sólido e frio, nocauteando-a.

Ela acordou em um quarto escuro, quando ela se levantou e percebeu estar numa sala com centenas de espelhos. Suas reflexões foram projetadas em cada parte do seu ponto de vista, e em todos os lugares que olhava, ela podia ver seu rosto doentio e olhos cansados. Seu coração começou a bater forte. Onde ela estava?

“Você não está contente? Ele se foi, ele não vai te machucar mais.”, disse a mesma voz de meses antes.

Alice virou-se à procura de onde vinha aquela voz, mas ela só viu seu próprio reflexo patético.

“QUEM É VOCÊ?! EU QUERO RESPOSTAS!”, ela gritou no limite de seus pulmões.

Um riso rachado encheu a sala escura.

“Não lembra de mim, Alice? Eu sou sua melhor amiga, sua primeira amiga. Sou eu, Zero.” A sala se encheu de silêncio.

“Você me imaginou para que eu pudesse protegê-la. Mas se você não imaginar, eu não posso fazer nada. Então tive que encontrar uma maneira que me deixasse sempre te protegendo… Eu simplesmente sou parte de sua consciência; na verdade, eu sou você.”, a voz sussurrou.

“Não! NÃO, NÃO, VOCÊ NÃO É! Você não poderia ser… a menos que… você é um demônio?”, Alice perguntou com uma voz trêmula.

“Não, não, claro que não. Eu sou sua amiga, estou aqui para fazer aquilo que me foi solicitado desde tantos anos atrás. Mas você me ignorou após a morte de seus pais. Eu fiquei muito só, Alice. Mas agora estou ficando mais forte, você não pode me controlar mais, Alice.”, disse a voz sinistra.

“Meus pais? Espera, eu lembro!”, Alice pensou.

“VOCÊ! Você que me mandou ir para a rua! Você me fez matar meus pais!”, lágrimas escorriam pelo seu rosto ardente.

“Porque sim. Eu tive de fazê-lo, eles não nos deixariam brincar. Então eu não podia protegê-la, porque eles o faziam. Então, eles tinham que ir para que eu pudesse fazer meu trabalho. Isso é o que você me mandou fazer depois de tudo, para protegê-la.”

Alice parou de gritar, ela se encheu de silêncio. Seu corpo inteiro preenchido de uma raiva incontrolável. Sem aviso, ela passou as mãos nos espelhos, todos, um de cada vez.

“Você tirou tudo de mim! Todo mundo se foi. Eu não tenho ninguém! Eu não sou nada!”, ela gritou enquanto socava continuadamente cada uma das superfícies reflexivas, até as juntas de seus dedos sangrarem.

Enquanto ela corria para o próximo espelho, ela tropeçou em alguma coisa. Quando olhou para trás, viu a marreta vermelha envidraçada. Pegando-a, violentamente ela esmagou tudo, vidros voaram ao redor da sala, atingindo Alice em vários lugares. Os cortes foram profundos, mas ela não podia sentir mais nada. Ela estava completamente vazia de qualquer coisa neste momento.

Seus olhos se abriram lentamente, sendo invadidos por uma ofuscante luz branca. O piso gelado pressionava contra suas costas doloridas. Alice sentou-se lentamente, viu que estava no banheiro, então apoiou-se sobre o balcão como forma de ajuda para levantar. Quando ela finalmente se levantou, olhou-se no espelho gigante.

Depois de permanecer alguns minutos em silêncio, ela finalmente explodiu-se num ataque violento de risos. Um grande sorriso estendia-se por todo seu rosto. Ambos, seu cabelo e sua pele, tornaram-se inteiramente brancos, com grandes círculos negros rodeando seus olhos, que contornavam das sobrancelhas às bochechas.

“HAHAHA! Agora estou melhor que antes! Eu finalmente sinto a mim própria!”, ela disse.

“Por favor… me deixe em paz…”, disseram os lábios anteriormente pertencentes a Alice.

“Eu tenho deixado… por tempo demais.”, Zero respondeu.

Alice não respondeu, ela se foi.

“HA! Eu pareço ter um aspecto de esqueleto, mas não completamente!”, ela disse, admirando sua pele branca.

Ela saiu do banheiro, descendo para a sala, agarrando algumas tesouras, agulhas e caminhou. Quando ela entrou no banheiro de novo, ela largou o material e sorriu para o espelho.

“Um esqueleto precisa ter seus dentes.” Ela disse enquanto corria a tesoura afiada em seu rosto, havia sangue jorrando para baixo do queixo. A lâmina beliscava os músculos e os nervos de sua carne em cada lado do rosto. O líquido vermelho continuava a derramar. Após a finalização dos dois grandes cortes em seu rosto, que iam de orelha à orelha, ela pegou a agulha e começou a costurar seu rosto num padrão vertical com a aparência de linhas para frente, apenas sua boca estava livre de seu comando.

Sangue jorrava pelos buracos de suas feridas abertas. Ela fez uma careta ao vê-la, conforme inclinava a cabeça.

“Ugh, vermelho, eu odeio essa cor. Lembra, Alice? O sangue escorrendo do couro cabeludo de seu pai, e as chamas vermelhas que consumiram sua mãe. Foram as últimas cores que vi antes de você me trancar. Melhor não serem lembradas.”, ela disse conforme se abaixava ao chão, mergulhando seu dedo indicador na água sanitária.

Ela se levantou e inclinou a cabeça para trás, levantando o dedo acima de seu olho, deixando cair o líquido em cada olho. Eles começaram a arder e depois e queimar como se estivessem em chamas, e ela não conseguia ver nada por um momento. Quando sua visão voltou, o líquido carmesim havia se transformado num sangue negro profundo. Ao olhar em volta, ela via tudo ou em um preto profundo, branco ofuscante ou um cinza desbotado. Ela não tinha como ver aquela cor horrível novamente.

Terminado seu trabalho, ela saiu para o corredor, quando ouviu o telefone. Caminhou até o quarto de Alice e atendeu.

“Olá?”, ela disse num tom malicioso.

“Alice? Oh, meu Deus, você está bem! Eu não te vi há meses, eu sempre estive tentando entrar em contato com você!”, Ann falou em pânico.

“Eu estou bem. Ótima, na verdade.”, Zero riu.

“Que bom! Você poderia vir aqui? Eu tenho algo para você!”, Ann disse, entusiasmada.

“Hehe, sim. Eu vou para aí.”, Zero respondeu, rapidamente desligando.

Zero largou um sorriso que esticou a pele realizada pela linha. Ela saiu rapidamente da sala, pegando a marreta e correndo para a floresta de outono.

Ela surgiu no outro lado, subindo a rua vazia. A ferramenta suja era arrastada atrás dela, moendo-se contra o concreto. Ela riu para si mesma enquanto se aproximava da casa. A luz na cozinha permanecia ligada, mas o carro não estava lá. A sombra de Ann refletiu pela pequena janela iluminada.

Zero, ficando impaciente, subiu os degraus e, lentamente, abriu na porta de carvalho.

“Logo estarei aí, Alice! Cara, você vai amar seu presente!”, Ann gritou do outro quarto.

Quando Ann abriu a porta, seu sorriso desapareceu rapidamente. No lugar do que já foi sua amiga, estava presente um monstro branco. O silêncio encheu a casa por vários minutos antes de Ann correr para a sala de estar. Antes que Ann tivesse a chance de escapar, Creepypasta Zero agarrou-a pelo braço e a jogou contra o chão de madeira.

“Alice! O que está fazendo?!”, Ann grita.

Zero rapidamente caminhou na direção dela, colocando o pé em seu braço… e divido-o ao meio. Seus gritos preencheram a casa toda, sacudindo-se contra as paredes.

“HA! Alice está muito longe… e ela não vai voltar. Quanto ao “porquê”… Bem… não se pode ter um Zero à esquerda.”, Zero riu enquanto erguia o martelo acima de sua cabeça.

Com toda a sua força, o martelo atingiu o crânio de Ann, borrifando sangue negro sobre as paredes e o chão. Sem hesitar, ela puxou sua marreta e sacudiu-o a preço de remover partes penduradas do cérebro de Ann. O cadáver de Ann ficou ao léu, com suas macias entranhas completamente expostas. Com um sorriso, Zero saiu e voltou com um grande cutelo.

“Hm, vamos ver o que podemos fazer com isso.”, Ela disse, virando o corpo sem vida de Ann de bruços.

Zero pegou a faca e atravessou o corpo de Ann com uma linha, tanto nas pernas quanto nos braços e costas. Ela lentamente abriu os cortes. Músculos e tendões se dividiam e estalavam, derramando mais líquido escuro. Após repetir o processo no que faltava, ela cravou as mãos nas costas do cadáver, segurando a caixa torácica. Ela puxou e puxou, e finalmente arrancou coluna vertebral e caixa torácica. Rindo, ela os colocou ao lado do corpo de Ann, seguido dos braços e as pernas. Estava tudo na ordem certa, o esqueleto de Ann colocado ao lado da carne, a única coisa que faltava era a cabeça.

“Hmm… seu crânio está muito danificado, vai ser um incômodo para tirar toda a pele. Então… já sei!”

Creepypasta Zero mergulhou a mão na piscina de sangue negro e desenhou um zero no lugar da cabeça no esqueleto.

“Perfeito! Agora você está igual a mim! Um esqueleto solitário… Oh, o que é isso?”, algo além do corpo chamou sua atenção.

Uma caixa com uma fita branca na parte superior, com uma tag escrita “Para Alice”. Ela arrancou a tampa e viu um lenço preto e branco em seu interior.

“Ora, muito obrigado, Ann! Você sabe que eu odeio cores.”, Ela disse enquanto balançava o lenço em volta do pescoço.

Luzes vermelhas e azuis começaram a encher a sala escura através da janela da frente.

“Bem, isso foi divertido, Ann. E agora que você se foi, finalmente temos Zero.”, disse a assassina de face branca enquanto corria porta à fora em direção ao arvoredo sombrio.

Masky Creepypasta

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Masky (ou To The Ark, não se sabe o nome), ele era um garoto como qualquer outro, levava a vida normalmente. Ele morava com 4 parentes em sua casa, sendo eles; a mãe, o tio, a tia e o seu irmão. No dia de seu aniversário, ele olhava mais uma vez o calendário naquela manhã, ansioso pela data. A mãe de Masky e sua tia teve que deixar ele e o irmão sozinhos em casa, pois seu tio trabalhava naquele dia, e como eles já sabiam se virar sozinhos em casa, ela confiava. Seu irmão, Tody, queria que tudo desse certo e que elas não demorassem, pois não tinha muita coisa para se comprar. Naquela época era muito ouvido dizer que muitos garotos sumiam sem nenhum motivo ou rastro, mesmo a sua mãe preocupada com as historias, teve que confiar que tudo ficaria bem com os cuidados de Masky com a casa na sua responsabilidade. Já era noite e nenhum dos adultos tinha voltado ainda. Masky olha o relógio e já era quase meia-noite, hora que ele se colocava para dorme. Mas, as uma da manhã, Masky acorda com um barulho estranho vindo da cozinha. Ele se levanta para verificar, pensando que era apenas seu irmão procurando os biscoitos para comer. Ainda sonolento abrindo a porta da cozinha, ele se assusta com a presença de um homem vestido de terno e com o rosto branco. Ambos ficam na mesma posição por alguns minutos, até que o homem puxa com força o braço de Masky e pronuncia bem baixinho no seu ouvido: “Vamos …. perca sua sanidade …”. Masky então sente uma dor horrível, não era uma dor qualquer, era a dor do próprio medo…. o medo do escuro…. ele representava aquilo. E antes que ele pudesse sair, o vizinho que viu algo estranho acontecendo na casa, resolve verificar se está tudo bem, ele não o encontraram mais, até hoje Masky Creepypasta está sumido.

Agora só os que tem medo do escuro podem vê-lo. E você tem medo do escuro?

Clock Creepypasta

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Natalie era uma garota normal antes dos abusos começarem. Ela sofreu violências físicas e psicológicas e sempre acreditou que o tempo estava contra ela por conta do que sempre ouvia: “Seu tempo está acabando”/ “Seu tempo acabou, Natalie”. Após sua mãe a achar se automutilando, Natalie foi levada para fazer terapia, onde, durante a sessão, respondeu a uma pergunta da terapeuta com “Natalie não está mais aqui, não mais”.

Os pais então a levaram para um hospital psiquiátrico, onde eles concordaram em submetê-la a um tratamento com medicamentos diversos, cuja consequência deixaram seus olhos verdes. Esse tempo no hospital fez com que a garota perde-se de vez a sanidade.

Após matar os doutores e seguranças e fugir do hospital, ela matou sua família. Momentos depois ela substitui seu olhou esquerdo por um relógio. Nesse momento, Natalie “morre” e Clockwork“ganha vida”.

Clockwork, então, coloca fogo em sua antiga casa, onde é dito ser possível ver sua girafa, que queimava junto dos corpos de sua família.

 

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