Amigo Secreto, documentário de Maria Augusta Ramos, estreia em 24 cidades

 “Amigo Secreto”, novo documentário de Maria Augusta Ramos (“O Processo”), estreia nesta quinta-feira em 49 cinemas, 53 salas, com 85 sessões diárias, em 24 cidades de 19 estados do Brasil: Afogados do Ingazeira (PE), Aracaju (SE), Balneário Camboriú (SC), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Campos dos Goytacazes ( RJ), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Niterói (RJ), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA), São Paulo (SP) , Teresina (PI), Vitória (ES).

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O longa-metragem é uma coprodução Brasil, Alemanha e Holanda. É produzido por Nofoco Filmes, Docmakers, Gebrueder Beetz Filmproduktion, coproduzido pela Vitrine Filmes – que assina sua primeira coprodução, além da distribuição do longa-metragem no Brasil. 

Em “Amigo Secreto” (2022), Maria Augusta parte da inquietação que move todo o seu cinema: a investigação da injustiça. O novo filme se detém nas investigações da Operação Lava-Jato, que levaram à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao posterior escândalo envolvendo juízes e procuradores, acusados de manipular informações e cometerem ilegalidades jurídicas.

A diretora adota três instâncias principais para fazer sua linha narrativa: o trabalho de jornalistas do The Intercept Brasil e do El País Brasil na apuração do que ficou conhecido como “Vaza-Jato”; imagens de arquivo, como o depoimento de Lula diante do ex-juiz Sergio Moro, figura-chave em todo o processo; e a costura de imagens contemporâneas de protestos e movimentações em torno de Jair Bolsonaro, eleito presidente da República em 2018.

Maria Augusta permite que seus personagens, em especial os jornalistas, circulem pelo filme como se sempre fizessem parte dele. No trabalho, em casa ou em entrevistas diretamente com suas fontes, figuras como Leandro Demori, Carla Jiménez, Regiane Oliveira e Marina Rossi têm documentadas as tensas rotinas de trabalho e a apreensão de estarem diante de um episódio que alterou os rumos do país.