Miriam Leitão da Globo defende Lula e diz que ele é melhor que Bolsonaro

Miriam Leitão da Globo defende Lula e diz que ele é melhor que Bolsonaro – Jornalista da Globo Miriam Leitão que foi a favor do Golpe de 2016, saiu em defesa do ex-presidente Lula e disse que não a comparação entre o ex-presidente e Bolsonaro, e que se o chamado “centro” quiser se organize e busque um candidato ou candidatos mas não da para comparar Lula a Bolsonaro, a jornalista também disse que o PT sempre jogou o jogo democrático em mais de 8 anos de governo e que Bolsonaro em pouco menos de 3 anos, já ameaçou a democracia em vários momentos.

Miriam Leitão da Globo defende Lula e diz que ele é melhor que Bolsonaro

“Na disputa entre Lula e Bolsonaro não há dois extremistas. Há um: Bolsonaro. O centro deve procurar seu espaço, seu programa, seu candidato, ou seus candidatos, porque o país precisa de alternativa e renovação. Mas não se deve equiparar o que jamais teve medida de comparação. O ex-presidente Lula governou o Brasil por oito anos e influenciou o governo por outros cinco. Não faz sentido apresentá-lo como se fosse a imagem, na outra ponta, de uma pessoa como o presidente Jair Bolsonaro”, Escrevel Miriam.

“O PT jogou o jogo democrático, Bolsonaro faz a apologia da ditadura”, lembra Miriam. “Em dois anos e quatro meses, Bolsonaro superou as piores expectativas. Na pandemia, ele mostrou seu lado mais perverso. A lista é longa. Deboche diante do sofrimento alheio, disseminação do vírus, criação de conflitos, autoritarismo. O país chegou ao número inaceitável de 400 mil mortos com um presidente negacionista ameaçando usar as Forças Armadas contra a democracia.”

Em seu artigo, Miriam também cita o envolvimento da família Bolsonaro com os milicianos no Rio de Janeiro, coisa que o ex-presidente Lula, nunca teve. “Bolsonaro usou o sentimento anticorrupção sem o menor mérito, como se vê na sucessão de rachadinhas, funcionários fantasmas, pagamentos em dinheiro vivo e transações imobiliárias que rondam a família. Isso sem falar nas relações estreitas com personagens obscuros, como o miliciano Adriano da Nóbrega.”