Meu (Querido) Primo, com Vincent Lindon, estreia em 29 de julho

Com cinematografia de Guillaume Schiffman, do filme vencedor do Oscar “O Artista”, Meu (Querido) Primo estará disponível nas plataformas para compra e aluguel. O filme “Meu (Querido) Primo” (My Cousin), estrelado por Vincent Lindon, vencedor do prêmio de Melhor Ator no Festival Internacional de Cannes por seu papel no longa “O Valor de um Homem”, chega ao Brasil em 29 de julho com distribuição da Synapse Distribution. O filme estará disponível nas versões dublada e legendada para compra e aluguel nas plataformas digitais Claro tv+ (antigo Claro Now), iTunes/Apple, Google/YouTube e Vivo Play.

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Lindon interpreta Pierre, um CEO que está à frente da empresa da família. Para fechar um grande negócio que pode mudar os rumos da companhia, ele precisa da assinatura de seu primo, Adrien (François Damiens, de “Um Brinde ao Sucesso”), que possui 50% das ações. O primo é mantido distante, por ser considerado uma pessoa excêntrica e desajeitada pelos familiares e funcionários da empresa. Ao receber o convite de Pierre para uma visita, Adrien faz de tudo para passar mais tempo ao lado do primo, atrasando a assinatura do documento. Pierre não tem outra saída senão aceitar as ideias pouco convencionais do primo em uma viagem de negócios, na qual sua paciência é posta à prova.

Dirigido e escrito por Jan Kounen, Vincent Lindon participou da criação do roteiro. “Seu envolvimento foi de 100%. Vincent é um ator que, em dez anos, adquiriu um poder de atuação tão fenomenal que você se pergunta como ele consegue trazer as pessoas para este estado de fascinação. Trabalhando com ele, eu entendo. Ele é implacável. O que me interessou era saber se ele conseguiria trazer a sua densidade para um personagem engraçado. A resposta está no filme”, conta o diretor.

“Com ‘Meu (Querido) Primo’, quis mostrar uma história leve, divertida, inspirada pelas grandes comédias francesas. Queria fazer um filme que eu gostaria de ver com os meus pais. Um filme atual, mas com um toque de nostalgia”, conclui Jan Kounen.