Novo filme do Batman no DCU terá roteirista de The Flash e Aves de Rapina

A DC Studios definiu oficialmente Christina Hodson como a responsável pelo roteiro de The Brave and the Bold, longa que marcará a chegada do Batman e do Robin ao novo universo compartilhado da editora nos cinemas. O projeto faz parte do DCU idealizado por James Gunn e Peter Safran e aposta em uma abordagem diferente do herói.

Conhecida por seus trabalhos em The Flash e Aves de Rapina, Hodson já vem desenvolvendo o texto desde o segundo semestre, enquanto o estúdio opta por um processo criativo cuidadoso antes de avançar para a produção.

Uma história centrada em Damian Wayne

Diferente de versões anteriores, o novo filme apresenta Damian Wayne como Robin. Filho biológico de Bruce Wayne, o personagem foi criado desde pequeno por assassinos e cresce sem saber da existência do pai. Quando os dois finalmente se encontram, o herói precisa lidar não apenas com sua função como vigilante, mas também com um papel totalmente novo: o de pai.

A narrativa busca inspiração direta na fase escrita por Grant Morrison nos quadrinhos, conhecida por aprofundar conflitos familiares, dilemas morais e a relação tensa entre um Batman experiente e um Robin imprevisível e violento. A promessa é de um tom mais emocional, sem abandonar a ação.

Direção e recepção do público

O longa segue com Andy Muschietti ligado à direção. A escolha gerou debates entre fãs, especialmente pela parceria recente do diretor com Hodson em The Flash. Apesar disso, Muschietti segue valorizado no estúdio após o sucesso da franquia It – A Coisa, que também rendeu bons resultados no streaming com a série ambientada em Derry.

A própria DC adota cautela no desenvolvimento do projeto, buscando acertar o equilíbrio entre drama familiar, aventura e identidade própria dentro do novo universo.

Dois Batmans em cartaz?

Outro ponto sensível envolve a convivência com o Batman dirigido por Matt Reeves, estrelado por Robert Pattinson. Enquanto Batman – Parte II segue em desenvolvimento, a DC quer garantir que The Brave and the Bold tenha uma proposta estética e narrativa bem definida, evitando confusão para o público.

A estratégia é dar espaço para que a visão de Reeves continue relevante antes de introduzir uma nova versão do herói nos cinemas, agora integrada ao DCU.




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