Diretor de Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno revela ameaças de morte e comenta a pressão dos fãs da franquia

A produção de Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno foi acompanhada por um clima de forte tensão fora das telas. Em entrevista recente à Variety, o diretor Christophe Gans revelou que chegou a receber ameaças de morte de fãs da franquia Silent Hill durante o desenvolvimento do novo filme inspirado nos jogos da Konami.

Segundo o cineasta, a reação extrema de parte do público não foi exatamente uma surpresa. Gans relembrou que enfrentou situação semelhante quando comandou a primeira adaptação cinematográfica da série, lançada em 2006. Na época, ele já havia sentido o peso da expectativa criada em torno de uma das franquias mais cultuadas dos videogames.

“Quem ama videogame costuma ser extremamente apaixonado. Quando fiz o primeiro filme, recebi várias ameaças. Diziam que, se eu estragasse a adaptação, iriam atrás de mim. Entrei naquele projeto com muita responsabilidade, e agora isso foi ainda mais intenso”, afirmou o diretor.

Recepção crítica aumenta a pressão sobre o filme

O contexto atual se mostrou ainda mais delicado. Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno enfrenta uma recepção bastante negativa, acumulando apenas 16% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e cerca de 32% de aprovação do público. Os números reforçam a divisão entre fãs e críticos, algo que acompanha a franquia desde suas primeiras incursões no cinema.

Mesmo com o histórico controverso, o primeiro Silent Hill acabou conquistando certo reconhecimento ao longo dos anos, especialmente entre fãs do terror atmosférico. Já o novo longa encontra um cenário mais hostil, com cobranças ampliadas nas redes sociais e comparações constantes com os jogos originais.

Filme já está em exibição no Brasil

Apesar das polêmicas, Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno já está em cartaz nos cinemas brasileiros. O longa busca resgatar elementos clássicos da franquia, como o terror psicológico e a ambientação opressiva, enquanto tenta dialogar com uma nova geração de espectadores.

Resta saber se, com o tempo, o filme seguirá o mesmo caminho do original e encontrará um público mais receptivo fora do calor do lançamento inicial.




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