Advogado de Bolsonaro participava de seita satânica acusada de matar crianças

Frederick Wassef, Advogado de Bolsonaro participava de seita satânica acusada de matar crianças. Essa história já virou tema de podcast, conhecida como O caso Evandro, do jornalista Ivan Mizanzuk. Atualmente Wassel é advogado de Bolsonaro e de seu filho, também atuou no caso envolvendo a facada de Bolsonaro em 2018. Agora, foi alvo de uma investigação onde foi descoberto que ele escondia Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

Advogado de Bolsonaro participava de seita satânica acusada de matar crianças

VIDEO: O momento em que Queiroz foi preso, assista

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Fabrício Queiroz acaba de ser preso, estava na casa do advogado de Flavio Bolsonaro

Advogado de Bolsonaro participava de seita satânica

Frederick Wassef chegou a ser preso em 25 de julho de 1992, durante investigações do desaparecimento de Leandro Bossi de 8 anos em Guaratuba, Parana.

Depois do depoimento de 3 pessoas já presas pelo desaparecimento de Evandro Ramos, a investigação chegou até Wassef, que fazia parte de um grupo denominado LUS (Lineamento Universal Superir), que é inteiramente ligado a ufologia e também ao espiritismo.

Advogado de Bolsonaro participava de seita satânica

Os envolvidos no Caso Evandro apontaram Valentina de Andrade como o principal nome do grupo. Ela era uma especie de mentora do LUS e também amiga próxima do advogado Wassef. Os suspeitos disseram que entregaram os meninos para ela.

Alguns chegaram a suspeitar que o depoimentos dos membros da seita foi adquirido com tortura, na época, os investigadores não conseguiram encontrar ligação entre o grupo LUS e o sumiço de Evandro e Leandro.

Advogado de Bolsonaro participava de seita satânica

A líder da seita, chamada de Valentina, também foi investigada no caso Meninos de Altamira, que foram assassinatos ocorridos entre 1989 até 1993 com jovens de 4 a 15 anos, mas ela acabou sendo absolvida das acusações.

Mais tarde, precisamente em 2003, o mecânico Francisco das Chagas Rodrigues de Brito, assumiu a autoria do crime envolvendo os homicídios das crianças, ele responde por 42 mortes de meninos e foi condenado a passar 300 anos na cadeia.