Justiça Artificial fracassa nos cinemas e já chega ao streaming nos EUA

Nem deu tempo de esquentar a cadeira do cinema e Justiça Artificial já foi parar no streaming. O suspense estrelado por Chris Pratt e Rebecca Ferguson desembarcou nas plataformas digitais dos Estados Unidos menos de um mês após a estreia nas telonas, depois de um desempenho bem abaixo do esperado.
O filme agora pode ser comprado ou alugado no formato on demand, numa tentativa clara de recuperar parte do prejuízo.
Crítica detonou Justiça Artificial
No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 24% de aprovação com base em 171 críticas. O consenso da crítica não pegou leve, classificando o filme como um tecnothriller cansativo e pouco envolvente.
Ou seja, nem o carisma de Chris Pratt, conhecido por Guardiões da Galáxia, nem a presença de Rebecca Ferguson, destaque em Duna, conseguiram salvar o projeto.
Bilheteria abaixo do orçamento
O resultado financeiro também decepcionou. Justiça Artificial arrecadou cerca de US$ 52 milhões mundialmente, ficando abaixo do orçamento estimado em US$ 60 milhões.
A direção ficou por conta de Timur Bekmambetov, responsável por O Procurado, com roteiro assinado por Marco van Belle.
Qual é a história?
Ambientado em um futuro próximo dominado pelo avanço da inteligência artificial e pelo aumento dos crimes capitais, o filme acompanha um detetive interpretado por Pratt que precisa provar sua inocência após ser acusado de um assassinato que não cometeu. E tem um detalhe: ele tem apenas 90 minutos para resolver tudo.
No Brasil, a chegada ao streaming não deve demorar.
Agora conta pra gente: você daria uma chance para Justiça Artificial no streaming ou já perdeu totalmente o interesse depois desse fiasco?









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