‘O Bosque Selvagem’: Animação de US$ 100 milhões do estúdio LAIKA vira pesadelo de bilheteria, mas encanta a crítica

O retorno da aclamada LAIKA aos cinemas promete emoções intensas, mas as projeções financeiras acenderam um sinal vermelho. De acordo com um relatório divulgado pela revista Variety, a animação em stop-motion ‘O Bosque Selvagem’ deve arrecadar apenas entre US$ 6 milhões e US$ 8 milhões em seu primeiro fim de semana nas salas de cinema dos Estados Unidos.
O número é considerado desastroso quando comparado ao orçamento do projeto, que custou cerca de US$ 100 milhões aos cofres da empresa.
Cinco anos de produção e o alto custo do stop-motion
Este lançamento marca o fim de um longo hiato do estúdio, cujo último filme havia sido ‘Link Perdido’, lançado em 2019. Na época, a produção estreou exatamente com os mesmos US$ 6 milhões e encerrou sua jornada nos cinemas globais com dolorosos US$ 26 milhões.
O valor elevado para adaptar a famosa obra literária do autor Colin Meloy se deve ao complexo método de animação em stop-motion. A técnica exige trabalho artesanal minucioso e anos de dedicação. No total, foram mais de cinco anos de produção, onde cada personagem e cenário físico precisa ser movimentado e fotografado quadro a quadro para criar a ilusão de movimento.
Candidato ao Oscar com 100% no Rotten Tomatoes
Se nas bilheterias a situação é delicada, no campo da aclamação o estúdio tem todos os motivos para comemorar. A produção estreou com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os jornalistas especializados rasgaram elogios ao visual do longa, apontando o título como um dos mais fortes candidatos ao Oscar de Melhor Animação.
A trama de ‘O Bosque Selvagem’ acompanha a corajosa jovem Prue McKeel, que precisa adentrar as profundezas de uma floresta mágica e cheia de perigos para resgatar seu irmão caçula das garras de criaturas misteriosas.
No Brasil, o filme chega às telonas em 22 de outubro.
E você, é fã das animações em stop-motion da LAIKA? Pretende assistir no cinema ou prefere esperar a chegada ao streaming?









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