Cara-de-Barro: críticos saem da sessão em choque e dizem que o novo filme da DC é BRUTAL

O Cara-de-Barro chegou para bagunçar a cabeça dos fãs da DC Studios. O terror corporal passou por uma sessão antecipada para a imprensa e, assim que as luzes acenderam, jornalistas e críticos correram para as redes sociais despejando as primeiras impressões. O recado foi quase unânime: o filme é sangrento, visceral e sem medo de incomodar, e Tom Rhys Harries rouba a cena como o vilão do Batman. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 22 de outubro.

Um filme grotesco, perturbador e sem freio

As reações pintam um retrato sombrio, nojento (no melhor sentido) e implacável. A atmosfera de terror dá ao longa uma identidade própria e o afasta de qualquer superprodução de heróis que você já viu. Tem gente apontando ecos do horror clássico e do romance gótico, além de aplausos para Tom Rhys Harries e Naomi Ackie.

E tem um detalhe que pode empolgar quem nunca acompanhou o DCU: o filme funciona como uma história independente, sem lição de casa nem conhecimento prévio.

Brandon Davis: uma Gotham que dá calafrio

O youtuber Brandon Davis ficou impressionado com a mão do diretor James Watkins, que construiu uma Gotham inquietante e sufocante. Na visão dele, a criatividade ao explorar os poderes do Cara-de-Barro rende cenas grotescas, sombrias e cheias de ideias doentias. Davis ainda chamou Tom Rhys Harries de uma verdadeira estrela, dentro e fora da tela.

Peter Gray: pouca leveza, muita brutalidade

Para o crítico Peter Gray, o filme mistura o toque de quadrinhos com uma violência pesada e sem alívio. Ele descreve um longa escuro, cruel e quase sem respiro cômico, que vira uma adição empolgante ao Universo DC de James Gunn. Sobre Harries, Gray destacou o equilíbrio entre um charme juvenil e uma ameaça silenciosa, daquelas que arrepiam sem precisar de grito.

Steven Weintraub: classificação 18 anos e plateia em choque

O editor-chefe do Collider, Steven Weintraub, não segurou o entusiasmo e chamou o filme de fantástico. Segundo ele, a produção é uma ótima peça do DCU que dispensa bagagem prévia. Ele também avisa que o longa é para maiores de 18 anos e que as cenas brutais o pegaram de surpresa. Durante a sessão, o público se chocou várias vezes, e ele recomenda com força.

Jim Vejvoda: um mergulho nas raízes do terror

Jim Vejvoda, do IGN, enxergou em Cara-de-Barro um retorno às origens. Para ele, o filme bebe dos suspenses de vingança e dos terrores de baixo orçamento dos anos 1950 e 1960, além dos clássicos cult das décadas de 1980 e 1990 que prestavam homenagem a essas produções. O veredito: uma experiência divertida.

Chris Killian: horror corporal de revirar o estômago, mas sem Batman

Chris Killian contou que o filme transforma a trágica história de Matt Hagen em um espetáculo encharcado de sangue, com cenas de horror corporal tão únicas e perturbadoras que fazem o espectador se contorcer na poltrona. Ele também elogiou a homenagem sincera aos clássicos do romance gótico e disse que seria uma pena não ver o vilão encarando o Batman no futuro.

Só não vá ao cinema esperando o Homem-Morcego: o Batman não aparece. O que você encontra é um filme de monstros assumidamente grotesco, visceral e perturbador.

Cara-de-Barro chega aos cinemas brasileiros em 22 de outubro. E aí, você aguenta? Acha que o terror corporal combina com o universo da DC? Conta pra gente nos comentários!




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