Documentário sobre Hector Babenco será exibido no Festival do Rio 2019

Documentário sobre Hector Babenco será exibido no Festival do Rio

Premiado com Leão de Ouro em Veneza, o documentário sobre Hector Babenco, “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, vai ser exibido no Festival de Havana na quinta-feira, dia 12, às 15h00 na Infanta Sala I. Já no Festival do Rio 2019 o documentário será exibido no domingo, dia 15, às 19h00, no Odeon. A diretora vai estar presente nas duas sessões.

Hector Babenco

História de um Casamento (Marriage Story, 2019) – Critica do Filme

As Golpistas (Hustlers, 2019) – Critica do Filme

Crime sem Saida (21 Bridges, 2019) – Critica do Filme

O filme também ganhou trailer e já tem data de estreia confirmada com distribuição da Imovision para 09 de abril de 2020.

O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.

Hector Babenco

“BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou” estreou mundialmente no Festival de Veneza e teve sua primeira exibição no Brasil na 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, sendo um dos cinco selecionados para a exibição especial no Theatro Municipal de São Paulo. O longa também foi exibido no Festival de Mar Del Plata (Argentina), no Festival do Cairo, no Festival Maranhão na Tela e no Fest Aruanda. O documentário é uma produção HB Filmes e produzido por Bárbara Paz. A coprodução é da Gullane (pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane), Ava Filmes, Lusco Fusco, Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil. A distribuição no Brasil será da Imovision.

Hector Babenco

Trailer:

SINOPSE:

Hector Babenco

“Eu já vivi minha morte, agora só falta fazer um filme sobre ela” – disse o cineasta Hector Babenco a Bárbara Paz, ao perceber que não lhe restava muito tempo de vida. Ela aceitou a missão e realizou o último desejo do companheiro: ser protagonista de sua própria morte.

Nesta imersão amorosa na vida do cineasta, ele se desnuda, consciente, em situações íntimas e dolorosas. Revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e fragilidade física que marcou sua vida.

Hector Babenco

Do primeiro câncer, aos 38 até a morte, aos 70 anos, Babenco fez do cinema remédio e alimento para continuar vivendo. Tell me when I die é o primeiro filme de Bárbara Paz mas, também, de certa forma, a última obra de Hector – um filme sobre filmar para não morrer jamais.