52º Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro: Confira os filmes selecionados e homenageados

52º Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro

O 52º Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro, anunciou a lista dos selecionados desse ano. O evento acontece entre os dias 22 de novembro e 1º de dezembro. Foram 701 inscritos, entre curtas e longas, e 21 filmes escolhidos. A comissão de seleção dos longas foi formada por: Marcus Ligocki Jr., cineasta; Anna Karina de Carvalho, jornalista, produtora e cineasta; Tiago Belotti, crítico de cinema; Erica Lewis, subsecretária de economia criativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal; e Flavia Guerra, jornalista e crítica de cinema. Já a comissão de curtas-metragens foi composta por Marcus Ligocki Jr., Anna Karina de Carvalho, Tiago Belotti e os seguintes profissionais: Joyce Pais, jornalista; Luísa Pécora, jornalista; Patrick de Jongh, compositor de trilhas sonoras, produtor musical, sound designer e produtor cinematográfico; e José Damata, idealizador do Cinema Voador.

Festival de Brasilia

Confira os filmes selecionados para o 52º Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro:

LONGAS-METRAGENS

Volume Morto, de Kauê Telloli (SP)
A Febre, de Maya Da-Rin (RJ)
Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)
O Tempo que Resta, de Thaís Borges (DF)
Loop, de Bruno Bini (MT)
O Mês que Não Terminou, de Francisco Bosco e Raul Mourão (RJ)
Piedade, de Claudio Assis (RJ)

CURTAS-METRAGENS

A Nave de Mané Socó, de Severino Dadá (PE)
Alfazema, de Sabrina Fidalgo (RJ)
Amor aos vinte anos, de Felipe Arrojo Poroger e Toti Loureiro (SP)
Angela, de Marília Nogueira (MG)
Ari y yo, de Adriana de Faria (PA)
Cabeça de rua, de Angélica Lourenço (MG)
Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
Carne, de Camila Kater (SP)
Chico Mendes – Um legado a defender, de João Inácio (DF)
Marco, de Sara Benvenuto (CE)
Parabéns a você, de Andréia Kaláboa (PR)
Pelano!, de Christina Mariani e Calebe Lopes (BA)
, de Julia Zakia e Ana Flavia Cavalcanti (SP)
Sangro, de Tiago MinamisawaBruno H Castro e Guto BR (SP)

Festival de Brasilia

MOSTRA BRASILIA BRB | LONGAS-METRAGENS

Mãe, de Adriana Vasconcelos
Dulcina, de Glória Teixeira
Ainda temos a imensidão da noite, de Gustavo Galvão
Mito e música – A mensagem de Fernando Pessoa, de Rama de Oliveira e André Luiz Oliveira

MOSTRA BRASILIA BRB | CURTAS-METRAGENS

Claudia e o Crocodilo, de Raquel Piantino
#SOMOSAMAZÔNIA, de João Inácio
O Véu de Amani, de Renata Diniz
A terra em que pisar, de Fáuston da Silva
Escola sem sentido, de Thiago Foresti
AmbulaTório, de Júlia de Lannoy
Encanto feminino, de Fabíola de Andrade
Luis Humberto: o olhar possível, de Mariana Costa e Rafael Lobo

Critica | Doutor Sono (2019): Pega os fãs pelas referências mas esquece que é um filme de terror

Critica | Dora e a Cidade Perdida (2019): Uma aventura explorativa básica que deve agradar o público infantil

Critica | O Rei (The King, 2019): Ótima produção, mas peca pelo ritmo e desenvolvimento dos personagens

MOSTRA TERRITÓRIO BRASIL

É a consolidação simbólica da diversidade cultural brasileira. Dezenove estados iluminados nas telas do Festival de Brasilia delineiam um país a ser descoberto, que produz cinema em todas as regiões. Multifacetado, o cinema carrega a integridade do povo brasileiro e almeja as salas de cinema de todos os continentes para propor o franco diálogo e a construção coletiva de um mundo criativo e repleto de possibilidades.

A Batalha de Shangri-lá, de Severino Neto e Rafael de Carvalho (MT)
A mulher e o rio, de Bernard Lessa (ES)
Amizade – Tekoayhu, de Chico Faganello (SC)
As órbitas da água, de Frederico Machado (MA)
Dorivando Saravá, o preto que virou mar, de Henrique Dantas (BA)
Eu, um outro, de Silvia Godinho (MG)
Fakir, de Helena Ignez (SP)
Jackson – Na batida do pandeiro, de Marcus Vilar e Cacá Teixeira (PB)
Lamento, de Diego Lopes e Claudio Bitencourt (PR)
Máquina de sonhos, de Nycolas Albuquerque (AP)
Mestre Cupijó e Seu Ritmo, de Jorane Castro (PA)
Niède, de Tiago Tambelli (PI)
O Buscador, de Bernardo Barreto (RJ)
Os bravos nunca se calam, de Marcio Schoenardie (RS)
Servidão, de Renato Barbieri e Neto Borges (DF)
Siron – Tempo sobre tela, de André Guerreiro Lopes e Rodrigo Campos (PE)
Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira (CE)
Vermelha, de Getúlio Ribeiro (GO)

MOSTRA VOZES

Procura fortalecer a visibilidade das histórias daqueles que batalham para se fazer ouvir em um mundo contemporâneo desafiador. Unindo a arte e a técnica cinematográfica às narrativas de resistência e luta por seu merecido espaço, os filmes selecionados abrem uma janela para a jornada de quem combate diariamente, das mais diversas formas, as desigualdades socioeconômicas, o racismo, o machismo, o preconceito religioso, a homofobia, a transfobia e toda forma de preconceito.

Maria Luiza, de Marcelo Díaz (DF)
Batalha, de Cristiano Burlan (SP)
Família de Axé, de Tetê Moraes (RJ)
Cine Marrocos, de Ricardo Calil (SP)

MOSTRA GUERRILHA

O cinema é composto por uma complexa teia de peças que precisam conviver em harmonia, da primeira palavra do roteiro até a última correção da pós-produção. Demanda energia, tempo e dinheiro. Mas há aqueles que não se intimidam pela burocracia, que propagam os princípios de Glauber Rocha, mestre do fazer cinematográfico em um país em que muitas vezes guerrilha é a palavra-chave. São os kinólatras, mentes inquietas que se recusam a deixar de filmar. É para eles que existe a Mostra Guerrilha.

O espiral de contos de Deolindo Flores, de Rodrigo Araujo e Thiago L. Soares (SC)
Hopekillers, de Thiago Moyses (RJ)
Incursão, de Eduardo P. Moreira e Silvio Toledo (PB)

Festival de Brasilia

MOSTRA NOVOS REALIZADORES

É sempre instigante descobrir um novo olhar no audiovisual. Cinéfilos vivem por testemunhar aquela faísca dos filmes de amanhã. Quais cineastas vão tomar as rédeas da sétima arte e conduzir as próximas histórias que se perpetuarão? A renovação do audiovisual brasileiro contemporâneo é resultado da política pública que torna o acesso ao mercado e à produção mais democrático e diverso, terreno fértil para a inquietação criativa e a construção de novos rumos pelas novas gerações de cineastas.

Música para morrer de amor, de Rafael Gomes (SP)
Rodantes, de Leandro Lara (MG)
A colmeia, de Gilson Vargas (RS)
Um filme de verão, de Jo Serfaty (RJ)

MOSTRA FUTURO BRASIL

Conta com seis longas-metragens não finalizados exibidos em sessões exclusivas para agentes de vendas e curadores de importantes festivais internacionais, convidados a Brasilia justamente para identificar filmes brasileiros com potencial de bom desempenho no circuito estrangeiro. O Festival de Brasilia atua com o objetivo de contribuir para a articulação internacional da futura geração de filmes brasileiros.

A matéria noturna, de Bernard Lessa (ES)
Mulher Oceano, de Djin Sganzerla (SP)
O Cerco, de Aurélio AragãoGustavo Bragança e Rafael Spínola (RJ)
O espaço infinito, de Leo Bello (DF)
Pajeú, de Pedro Diogenes (CE)
Nazinha, de Belisario Franca (RJ)

SÉRIES

Nos últimos anos, as séries ganharam prestígio perante o público e foram rapidamente assimiladas pela comunidade audiovisual brasileira. TVs e plataformas de VOD fazem das séries o carro-chefe da exibição audiovisual fora das salas de cinema, um caminho robusto para o desenvolvimento econômico do setor. Sensível às inovações narrativas, o 52º Festival de Brasília criou a Mostra Séries com o objetivo de exibir os primeiros episódios de séries brasileiras que em breve estarão nesses canais e plataformas.

SESSÕES ESPECIAIS

Homenageiam pessoas que, cada uma a seu modo, dedicaram suas vidas ao cultivo do Brasil.

José Aparecido de Oliveira, de Mário Lúcio Brandão Filho e Gustavo Brandão
Campus Santo, de Márcio Curi