43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo: Conheça os Vencedores

Vencedores da 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

A 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, apresentou mais de 320 títulos de países do mundo todo. Foi anunciado os vencedores na quarta-feira, 30 de Outubro. A cerimônia teve a apresentação de Serginho Groinsman e Renata de Almeida, que é diretora da Mostra.

43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Confira os vencedores:

TROFÉU BANDEIRA PAULISTA 2019 | JÚRI INTERNACIONAL

Melhor DocumentárioHoneyland, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov (Macedônia do Norte)
Melhor Ficção (empate): System Crasher (Systemsprenger), de Nora Fingscheidt (Alemanha) e Dente de Leite (Babyteeth), de Shannon Murphy (Austrália)

PRÊMIO DO PÚBLICO

Melhor Ficção BrasileiraPacificado, de Paxton Winters
Melhor Documentário BrasileiroChorão: Marginal Alado, de Felipe Novaes
Melhor Ficção InternacionalParasita (Gisaengchung), de Bong Joon-ho (Coreia do Sul)
Melhor Documentário InternacionalA Grande Muralha Verde (The Great Green Wall), de Jared P. Scott (Reino Unido)

Critica | A Vida Invisivel – O Retrato do passado brasileiro que ecoa até hoje

Critica | O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019) – O melhor filme da franquia desde o segundo

Critica | A Odisseia Dos Tontos (2019) – Divertido, Simples e Emocionante

PRÊMIO ABRACCINE

Melhor Filme BrasileiroCurrais, de David Aguiar e Sabina Colares

PRÊMIO DA CRÍTICA

Melhor Filme BrasileiroAos Olhos de Ernesto, de Ana Luiza Azevedo
Melhor Filme EstrangeiroHoneyland, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov

PRÊMIO PROJETO PARADISO

O Campo dos Lobos Guarás, de Bárbara Cunha e Paulo Caldas

43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

AbraccineAssociação Brasileira de Críticos de Cinema, também realiza tradicionalmente uma premiação e escolheu o melhor filme brasileiro entre os realizados por diretores estreantes. Neste ano, o eleito foi o longa Currais, de David Aguiar e Sabina Colares. O júri foi formado por Nayara ReynaudJosé Geraldo Couto e Pablo Villaça. O filme foi escolhido “pela forma eficaz com que combina as linguagens documental e ficcional para realizar o resgate histórico essencial de um episódio pouco discutido de nosso passado e que muito revela, em suas similaridades com o presente, nossa insistência, como nação, não só em ignorar, mas punir os mais pobres por sua condição”.