Critica | Dora e a Cidade Perdida (2019): Uma aventura explorativa básica que deve agradar o público infantil

Critica | Dora e a Cidade Perdida (2019)

Critica: “Dora e a Cidade Perdida” é uma aventura explorativa básica que deve agradar o público infantil. Acompanhado de um clima bem familiar, o longa investe no humor, roteiro simples e muita referencia ao desenho. Em uma cena, que acontece na metade do filme, é bem mais que referencias que são entregues, sendo uma surpresa boa para as crianças que gostam de Dora e vão assistir no cinema.

Critica Dora e a Cidade Perdida

Descompromissado, o filme sabe que não é nenhum “Indiana Jones“, mesmo que exista algumas citações; O longa é simples e cumpre seu papel de um “confort movie”. A história acompanha Dora (Isabela Moner), que se muda para cidade grande onde tem que passar pelos dilemas do ensino médio ao lado de seu primo Diego (Micke Moreno), porém, mesmo longe da floresta, Dora se ver diante de um mistério envolvendo uma civilização perdida e o que ela precisa fazer para ajudar seus pais nesse meio tempo.

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Critica Dora e a Cidade Perdida

Embarcado de uma aura que chama para a aventura, o filme esquece de colocar mais obstáculos e desafios para Dora decifrar, muitas coisas acabam sendo jogadas rapidamente e alguns furos são ignorados.

Critica Dora e a Cidade Perdida

A personagem de Dora lembra muito a Kimmy de “Unbreakable Kimmy Schmidt” pela sua personalidade e maneira de agir, é estranhamente bem parecido. “Dora e a Cidade Perdida” não se compromete em ousar mais do que o necessário e trabalha bem na sua zona de conforto. É um filme despretensioso que funciona para crianças mas pode não agradar alguns adultos.