Critica | Amor em Obras (Falling Inn Love) – 2019

Critica | Amor em Obras (Falling Inn Love) – 2019

Critica – ‘Amor em Obras‘ foge um pouco do que espera de uma comedia romântica, ainda mais vindo da Netflix que vem lançando filmes bem parecidos desse gênero. O que me chamou mais atenção foi o tempo que levou para o casal protagonista dar o seu primeiro beijo no filme inteiro, e foi faltando 30 minutos para o filme acabar. A trama gira em torno de Gabriela, uma mulher que trabalha no meio corporativo e tem dificuldade de explorar suas ideias e executa-las, quando ela entra de cabeça em um novo projeto pessoal, é que descobre onde estava o seu verdadeiro potencial.

critica Amor em Obras

Depois de perder o namorado e o emprego, a urbana Gabriela (Christina Milian) resolve entrar em um concurso valendo uma pousada na Nova Zelândia. Ela é premiada, mas ao chegar, descobre que tudo está caindo aos pedaços. Determinada a reformar a pousada para vendê-la, Gabriela se une a Jake Taylor (Adam Demos), um empreiteiro local que se diverte vendo a garota da cidade lidando com o choque cultural.

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O romance nesse filme é deixado como plano de fundo, o que importa mesmo é a jornada da protagonista em descobrir o seu oficio em outro país, e com pessoas totalmente diferentes do que ela costumava conviver. A cidade pequena onde ela começa a viver, funciona como uma unidade e sua presença é recebida com muito respeito e acolhimento.

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Como dito antes, o filme não é focado no romance e sim na reforma da casa, talvez por isso a presença de Jake, que faz par romântico com Gabriela, não tenha funcionado muito. Todos os personagens auxiliares conseguem ser melhores do que o personagem que teoricamente deveria ser a cara do filme junto da protagonista.

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A subtrama envolvendo as cartas encontradas foi uma excelente adição a trama, no começo parecia ser algo que fosse ignorado mas as cartas são usadas novamente durante o filme e em momentos próprios e que funcionam muito. A maneira como utilizam a câmera partida e os personagens esperando o outro terminar de digitar uma mensagem e depois desistindo foi uma utilização nova de uma técnica já aconhecida, que deu certo.